Sociedade

Uma reflexão para o Natal

O Natal é uma data única, pois celebra algo que é, antes de tudo, absolutamente único na "história das religiões", e demarca qual é a única religião verdadeira.

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O Natal é uma data única, pois celebra algo que é, antes de tudo, absolutamente único na “história das religiões”, e demarca qual é a única religião verdadeira.

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O Logos, o Verbo divino, se fez em carne e passou a habitar entre nós. Isso é,até hoje, um dos grandes mistérios entre os cristãos. Como que o Eterno, como o fundamento mesmo da estrutura da realidade, a causalidade vertical, passa a habitar entre nós como homem, criatura tão evanescente, frágil, com a vida sempre no fio da navalha? Por quais razões Aquele cujo o império obedece o vísivel e o invisível, o Criador de todo o hemisfério, de tudo o que sente e o insensível, sofreria tamanha desonra e vitupério, sendo vítima de uma morte injusta e insofrível?

A única resposta, que embora saibamos expressá-la verbalmente, não conseguimos experimentá-la existencialmente, é o Amor. Não conseguimos pois nós não amamos – nem a Deus, nem os outros, nem a nós mesmos -da mesma forma e com a mesma intensidade com que Deus nos ama.

Ele se fez homem para que o homem pudesse ser salvo, mesmo que este não merecesse a salvação. Ou, como já disse um dia Luís de Camões: “Por subir os mortais da Terra ao Céu”.

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