Sociedade

A culpa do feminismo no estupro coletivo de uma jovem

O estupro da jovem no Rio do Janeiro não aconteceu "do nada". Ele teve culpados que vão muito além dos agressores da vítima e você vai saber quem são.

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Não. Ao contrário de grupos feministas (e de esquerda em geral) eu não vou levantar uma bandeira ou mudar a foto de perfil para usar esse caso covardemente como circo. O caso é sério e precisa ser analisado como tal. Quais foram os agentes causadores do estupro de uma menina de 16 anos, por mais de 30 homens (número até então não confirmado) no Rio de Janeiro, com direito a fotos, vídeos e comentários “se gabando” da ação?

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O estupro não aconteceu aleatoriamente. A partir do momento de que um acontecimento é avisado (como foi), deixa de ser uma fatalidade para ser uma consequência. Não é o primeiro, nem o último e esse número não vai diminuir enquanto não estiver explícito quais são os verdadeiros culpados desse crime, os quais, veremos abaixo.

Incentivo a marginalização

Destaco aqui o primeiro agente. O caso não foi apenas um estupro (o que já seria bastante alarmante) mas foi um estupro coletivo, filmado e divulgado em uma rede social. É caso de psicopatia em grupo? É um caso isolado? Não.

A influência da música e os incentivos à degradação da visão do que é mulher
A influência da música e os incentivos à degradação da visão do que é mulher

Quem não tem contato com a margem da civilização, com a favela, dificilmente vai entender isso e vai se surpreender quando se deparar com a essência do mal que nasce a partir das condições e problemas sociais que são gerados nesse meio. O crime organizado cresceu, vamos pegar Zé como exemplo. Zé nasceu ouvindo que polícia é ruim e opressora (bem propagado pelos meios de comunicação, escolas, universidades e afins), Zé com o passar do tempo, escuta e aprende a dançar funk (que antigamente era chamado de “proibidão” e não aquele funk raiz que abordava os problemas que falamos aqui) que hoje é veiculado em todos os lugares como algo bonito, cultura. Zé cresceu sem ir a escola (se fosse seriam escolas públicas sem administração onde o tráfico ocorre dentro das próprias salas e claro, escutando professores sem interesse preocupados com seu partido e sua doutrinação política). Sua diversão é o futebol, frequentemente interrompido por tiroteios. Cresceu sem pai, que morreu por seu envolvimento com o tráfico. Seu ídolo é o “dono da favela” que tem respeito e mulheres à sua disposição. Com 6 anos Zé já está com sua sexualidade aflorada. Com 10 seus amigos ensinam o caminho do crime, desde aviãozinho, fogueteiro a até assaltos menores. Assim Zé cresce, pratica crimes e morre.

Zé é só um personagem, afinal, temos milhares que lutaram contra as adversidades vindas de uma natureza humilde e ainda assim conquistaram seus sonhos, permaneceram íntegros, honestos e jamais levantariam um dedo sequer contra uma mulher, pelo contrário, dariam suas vidas para salvar uma desconhecida caso fosse necessário. Esses cresceram sabendo o que é certo e o que errado e fizeram a escolha certa, porém, os que escolheram erradamente, cresceram sob essa doutrinação do pecado onde a mulher é mero objeto de utilidade sexual ou criminosa, tal qual espólios de guerra a serem obtidos por seus crimes.

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Desvalorização da mulher

Se estava ruim, é claro que a ação do governo tanto quanto dos movimentos sociais ao invés de resolver, foi incentivar mais ainda essa degradação e desvalorização da mulher. Com palavras romantizadas e discursos de “empoderamento”, as feministas se convenciam de que as mulheres estavam se libertando de algemas machistas e tomando o protagonismo do funk. Claro, elas só convenciam a si mesmas, afinal, para a “senhorita feminista” que só sobe o morro em dia de baile e paga de “vida loka”, isso é liberdade, mas a progressão disso, tanto para as mulheres da favela quanto para as que são seduzidas por esse discurso geralmente acaba em vidas ceifadas prematuramente.

Em 2013, Lola Aronovich (ícone feminista) escreveu:

Cachorra, por exemplo, não equivale mais à mulher que serve apenas para satisfazer sexualmente o homem. Hoje, o termo é significado de mulher livre, que fica com quem quiser no baile, dança sensualizando porque tem uma autoestima elevada (estando ou não dentro do padrão imposto pela sociedade), faz sexo casual, e acima de tudo, busca e exige prazer com o sexo.

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Claro, isso faz tanto sentido quanto dizer que as mulheres afegãs utilizam burca para esconder seus corpos dos homens, passando assim uma mensagem de igualdade. Ou dizer que uma stripper ganha dinheiro porque os homens se admiram com sua demonstração de liberdade e autoestima. Bobagem!

Observem o óbvio respeito dos rapazes para com a figura feminina
Observem o óbvio respeito dos rapazes para com a figura feminina

No local onde homens buscam exclusivamente prazer sexual é impossível uma mulher ser enxergada como algo além de um mero objeto de prazer.

Para piorar, todo esse incentivo a sexualidade (tanto do homem quanto da mulher) fez com que o sintoma neandertal se estendesse para fora das fronteiras dos bailes funk, até as boates (conhecidas como danceterias nos anos 80) que eram locais para dançar e conhecer novas pessoas se tornoram sinônimo de prazer sexual. O beijo que era antes conquistado, vem se transformado em uma presença obrigatória a quem se dispõe a ir, gerando casos de violência a quem se recusa. Quem gosta da vida noturna sabe dizer exatamente quais são as boates em que mais ocorre desrespeito e quais você pode ir para curtir. Micareta nem se fala. O respeito acabou.

Obviamente, apenas a mulher está se divertindo
Obviamente, apenas a mulher está se divertindo

A verdade é que incentivar mulheres (e isso incluir crianças e adolescentes) a irem a ambientes “contaminados” com a hiper-sexualização é uma covardia tão grande quanto fazer uma trilha de migalhas para um rato que termina em um ninho de cobras.

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E a menina do Rio de Janeiro?

Segundo a avó dela:

Ela costuma ir para comunidades desde os 13 anos e, às vezes, passa alguns dias sem dar notícias. Ainda segundo a avó, a garota é usuária de drogas há cerca de quatro anos.

Ainda segundo ela:

Ela tem umas coleguinhas lá, mas nessa hora nenhuma apareceu.

O feminismo estava lá, em cada saída, em cada pensamento de “liberdade”. Mas não estava com ela no momento do estupro. Nesse momento ele sumiu, ele deixou acontecer para agora levantar a bandeira imaginária de que algum dia estupradores vão ter um acesso de pena ou empatia e vão parar de cometer estupros, fazendo assim, o mundo viver feliz para sempre. E a menina? Ficará com essa lembrança para sempre.

Impunidade

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Para fechar com chave de ouro, já que tivemos uma concepção de perfil do criminoso perfeita para não gerar um estuprador, uma prevenção maravilhosa para impedir a menina de se envolver com pessoas erradas e uma ação exemplar do governo e movimentos sociais que impediram a consumação do estupro, é claro que vamos ter uma reação a par de tudo o que foi citado, obviamente, para impedir que novos casos aconteçam. E é óbvio que estou sendo irônico.

Ainda não foi divulgada a idade dos acusados, mas no caso de serem menores, a probabilidade de ficarem livres é grande. Novamente, a luta pela redução da maioridade penal encabeçada pelos movimentos sociais implica na recorrência desse tipo de caso. Ao se ter noção de que ao cometer um crime com menos de 18 anos não vai haver uma punição digna, há incentivo tanto para o menor quanto para o maior de idade coagir o menor a executar tais atos.

Mas acima do assunto da maioridade penal, pior é a constante defesa destes menores. Como por exemplo, a feita pela Maria do Rosário – antiga Ministra dos Direitos Humanos – ao defender o criminoso Champinha em 2003, caso que é nacionalmente falado até hoje. Segundo ela, Champinha não merecia a prisão por ser “apenas uma criança”. Criança esta que abusou 3 dias de uma jovem, tentou degolá-la, bateu com o lado cego da faca em sua cabeça até causar traumatismo e depois estuprou-a novamente.

Defendê-lo apenas por ser criança, desconsiderando o crime em si, já é um ato que deixa a dúvida de uma possível disfunção cognitiva por si só. Dizer que defende as mulheres depois dessa declaração, é a prova de que algo errado se passa na cabeça de uma pessoa dessa.

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Lembro ainda do fato de que o caso Champinha ocorreu a exatamente 13 anos atrás. E durante esses 13 anos o número de casos de estupro e homicídios de mulheres cresceu de forma assustadora.

Veja também:  Nana Queiroz, o vôlei feminino e a paranoia do estupro
Vítimas de estupro no Brasil por regiões, ano de 2000
Vítimas de estupro no Brasil por regiões, ano de 2000

 

Tabela de 2012 - em 2015 o valor foi de 47,6 mil
Tabela de 2012 – em 2015 o valor foi de 47,6 mil

Comparando as datas, o aumento foi maior que 300% em casos de estupro durante este período. Obviamente, algo de muito errado está acontecendo na forma como esse problema está sendo tratado e com toda a certeza, quem mais sofre com isso são as mulheres.

Vamos lembrar ainda das formas punitivas que eram utilizadas em 1800, época considerada machista e retrógrada, mas que porém, castigava com furor aqueles que praticavam iniquidades com as mulheres.

Exemplo de punição para estupradores em 1833
Exemplo de punição para estupradores em 1833

Com isso não defendo uma punição de igual tamanho, mas levanto um debate quanto a necessidade de novas formas punitivas e quanto ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) não estar surtindo o efeito para o qual foi criado. É hora de uma postura mais concisa e objetiva para resolver este problema, caso contrário estaremos adotando a mesma postura que levou a Suécia a encabeçar a lista de países com maior número de estupros, contradizendo o fato de suas políticas serem ultra-feministas.

Conclusão

No Brasil a palavra “precaução” é tabu, a palavra que trouxe nossos ancestrais (que se escondiam em cavernas para que animais mais fortes não “oprimissem sua liberdade”) até a atualidade. É preciso aceitar que vivemos um momento onde nem mulher e nem homem tem mais liberdade para andar por aí a hora que quiserem, muito menos se envolver com cartéis ou traficantes de drogas. A equação do pior acontecer é tão simples quanto uma conta de 2+2. Como disse mais cedo: estamos em uma epidemia de criminalidade, mas não estamos avisando as pessoas para tomarem cuidado. Cuidar da epidemia é necessário, mas até ela passar, todos devem se precaver da melhor forma que puderem. Isso não é afronta a liberdade, isso é liberdade. Liberdade de saber, de se proteger e de não morrer cedo na mão de um  qualquer.

É preciso abrir os olhos, tirar esse pensamento retrógrado e imaginário da cabeça e passar a enxerga a situação como ela é. Nenhum brasileiro tem liberdade e isso não depende mais do indivíduo e sim de fatores que estão ao seu redor como a criminalidade crescente e pior, o incentivo dela. O mais impressionante é que os “progressistas” agem como os verdadeiros conservadores que tanto criticam justamente por tentarem mudar esse quadro, afinal mesmo com o país em caos, não arredam o pé de sua agenda feminista.

Dessa forma, esse estupro cai na conta desse falso feminismo. Foi avisado.

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(Fonte da imagem: Best Movies By Farr)

Audrey Hepburn e o feminismo: quando a atriz não segue a personagem

A revolução sexual, advinda pelo surgimento da pílula anticoncepcional e dos movimentos de libertação feminina, …

  • Ricardo Santos

    Esse caso jogou luz aos fatos de um problema gravíssimo, discutido a anos pelos movimentos feministas. Três palavras chaves digitadas no Google “estupro mulher violência” e um filtro simples das notícias dos últimos 8 dias, 8 DIAS, nos trás essa prospecção:

    “Jovem tem conta do Twitter suspensa após divulgar vídeo de estupro contra mulher (…)”

    “Estupro coletivo: ‘menores viram ato, mas negam participação’, diz MP (…)”

    “Mulher morre após ser estuprada e esfaqueada na Índia (…)”

    “Ex-BBB Laércio é preso em Curitiba por estupro de vulnerável (…)”

    “Integrantes de banda são suspeitos de estupro e morte de jovem no Paraguai (…)”

    “Polícia prende dois homens acusados de estupro em Copacabana (…)”

    E o reflexo de uma sociedade doente no qual os agressores não escondem a identidade porque, para eles, essa é a utilidade da mulher.

    O elo grotesco do Patriarcalismo e o endeusando da virilidade e superioridade que categoriza a mulher como uma figura submissa, com serventia exclusiva para o ato sexual predatório.

    O caso da menina carioca estuprada de forma coletiva no Rio de Janeiro é só a ponta do Iceberg em um mundo de 7 bilhões de pessoas, em sua grande maioria homens que continuam a repetir padrões machistas e tratar o sexo como um fator de correção e superioridade. São eles, indivíduos comuns, trabalhadores, esportistas, pais de família, bons filhos e cidadãos cumpridores de seus deveres.

    A violência é sim um dispositivo cultural de uma sociedade patriarcal que reduz o corpo das mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens.

    O reflexo das notícias atuais nada mais é que, um reflexo persistente da impunidade à violência de gênero. A impunidade que enfraquece nossa sensibilidade à dor das vítimas. Quantas Marias, Anas, Tereza terão de sofrer para que eu e você tenhamos ciência do problema? A CULPA nunca será delas, mas com certeza sempre será nossa. Não foram as feministas que estupraram a moça, foram 30 HOMENS que a estuprou; não foi o lugar, o horário, a roupa, a musica, a bebida, as drogas, foram os ESTUPRADORES. Não coloque a culpa nas mulheres; ela não foi estuprada porque estava o baile funk !

    • Gabriel Victor

      Não deixo de concordar com você, afinal o ponto central do texto foi o incentivo a esse tipo de mentalidade.

      É preciso parar de incentivar esse pensamento e minha crítica ao feminismo é justamente por incentivar ele. Além disso é necessário medidas coercivas e punitivas para que esse tipo de atitude não seja cultivada, mas infelizmente, são barradas pelas pessoas que se dizem defensoras das mulheres. Leis para aumento de pena e castração química para acusados de estupro estão paradas no congresso faz anos.

      • Fábio Zappa

        a nossa justiça é um lixo, administrada por incompetentes que passam nesses malditos concursos públicos… que na minha opinião, são os responsáveis diretos por toda a falência do sistema (segurança, educação e saúde)… a policia investigativa então é um horror… um fato bem estranho, é que a garota “estuprada”, só relatou que foi estuprada após aparecer vídeos e imagens dela na net… até então ela não disse nada pra ninguém… aí o pessoal pede mais punição pra estuprador, mas se esquecem de que o nosso sistema de justiça é um lixo… e nesse caso aqui ??? um cara foi acusado injustamente, a garota transou com ele, dias depois foi na delegacia e disse que foi estuprada… por isso que eu digo… todo cuidado é pouco com mulher brasileira…
        .
        http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/05/apos-ficar-mais-de-1-ano-preso-por-estupro-jovem-prova-inocencia-no-rs.html

        • ProxyDoug

          Não só no Brasil.
          É só pesquisar o caso Matress Girl, o caso de Jian Ghomeshi, UVA, a Jackie da Rolling Stone, entre outros. Existem vários casos em que uma acusação é usada para chamar atenção, se livrar de uma situação que poderia ter uma repercussão negativa sobre a garota, vingança, dinheiro.
          Não espero que a mídia investigue esse caso além da “chock value” que ela tem inicialmente.

        • Aline Henriques Lopes Ramos

          CALA A BOCA OW… na moral mesmo, é visível que a menina do vídeo não tinha a menor consciência. Enquanto existir caras como vc vai ser assim… “suposto estupro”… sério vc colocar estuprada entre aspas me indigna, o resto do texto então… é obvio que ela não disse nada, as pessoas tem vergonha disso, eu tenho um amiga que só contou as pessoas pouco tempo atrás, anos depois. quantas e quantas mulheres escondem isso por medo ou vergonha, ou por conta de caras como vc.

          • Augusto

            Que eu saiba, nenhum ser humano está livre de contar uma mentirinha sequer durante a vida!
            E, quanta desonestidade intelectual da sua parte, não? Fingir que o caso que ele te mostrou simplesmente não existe, como se ele não tivesse esfregado bem na sua cara…
            Você viu o vídeo original? Eu não vi como ela estava, pois quando tomei conhecimento do caso, só haviam fotos.
            “Ela aparece nua nas fotos”. Já viu alguém fazer sexo vestido? Desacordada? Por fotos? Como podemos saber se estava desacordada e o rosto censurado para proteger a imagem dela?

          • Aline Henriques Lopes Ramos

            Prefiro nem te responder. Aliás nenhum de vcs. Vcs nunca vão saber na pele o que é isso… Então o que adianta falar. Mulheres têm medo de admitir estupro. Estude e aprenda sobre e descubra. Já Q vc nunca saberá o medo Q uma mulher sente. 2 ela tem direito de fazer sexo com quantos quiser e de até gravar… COM PERMISSÃO…. Como podemos saber? A polícia Q precisa saber já sabe vc não precisa saber de Nd nao. Quem inventa uma coisa dessa. E memso Q não fosse estupro, uma pessoa desmaiada com as partes sangrando e sendo motivo de deboche onde homens admitem Q ttansaram mais de 30 com ela. Não sei como tem homem Q não tem vergonha na cara e fala Q ele e mais um monte ttansaram com a mesma.

          • André Gustavo Paião Oliveira

            Qualquer crime é “suposto” até que seja provado como verdadeiro. É um princípio fundamental do direito, não existem culpados sem provas. Daí o papel de provar isso é da polícia, não das feministas fazendo dedução na internet.

          • Ludo Final

            Ela é a namorada de traficante. Ele sempre drogou e foi o que ela procurou pra vida dela. Ela não foi pra igreja. Ela foi pra lugares famosos por ser barra pesada. A mãe a avó falam bem o que a filha é. Uma garota que sempre você com armas ela própria admitia que é dá pra bandido e sem ver amanhã. Pra ela, quanto mais melhor. Água filtrada e água da privada são água, mas são bem diferentes. Cadê o seu discernimento?

          • Aline Henriques Lopes Ramos

            Cadê o meu disernimento? Meu caro eu sou mulher, “de família”, já Q vcs acusam tanto a menina de ser da rua, e já passei por casos de assédio. Quantas vezes não tenho medo disso por sair sentir de carro sozinha à noite, ou com roupas mais curtas Q eu acho Q ficam bonitas em mim e não estou usando pra provocar nenhum cara… Não importa se ela se envolveu com gente barra pesada estupro não deve ser justificado. Ué ela namorava o cara bandido. Ele num era um jogador pelo Q falaram? É mesmo Q fosse bandido… Não tem esse direito. Vem falar de igreja? Quantos não estupram é DENTRO DE UMA IGREJA SOB OS PANOS DA RELIGIÃO. Me poupe. Ela podia ser prostituta, Q não podia ser forçada. Assista programas Q fala disso e tire suas conclusões. Vcs não tem ideia do Q é imaginar isso, mas tomara Q um dia vc possa sofrer algo Q te faça questionar Pq só assim as pessoas se colocam no lugar do outro.

          • Ludo Final

            Ninguém quer justificar estupro aqui. Um coisa é uma pessoa ser estuprada em qualquer lugar e outra é ela frequentar lugares barra pesada. Baile funk também é outro exemplo. Sabe-se que rola muito estupro. Eu não entendo porque tem tanto estuprador solto.
            Estamos falando sobre a pessoa saber que um lugar é barra pesada… E mesmo assim, sempre ir lá. Ninguém a levou pra lá. Ela sempre foi porque quis. Digamos assim, ela não foi estuprada na rua, e sim num ninho de cobras.
            Foi pra e ficou grávida aos 12.
            Outro exemplo: Uma pessoa mora num bairro tranquilo e sabe de um bairro onde há bastante tiroteio. Ela vai fazer o quê lá?
            Ela fugiu e sempre foge de casa pra dar pra traficante e continuará fazendo. Ela é namorada de um traficante e segundo a própria família, ela sempre participou de suruba. Desde os 12 anos que ela sai de casa pra dar pra bandido.
            E ainda, o que aconteceu recentemente é o que é chamado de estupro consentido. Claro que mesmo assim isso é reprovável e sim, deveriam estar todos presos.
            Quem engravidou a criança adulta deveria estar preso. Isso é indiscutível, bem como os que a tenham estuprado. e também quem estupra, seja onde for, tem que sim ser preso. É nessas horas que o Brasil precisa de prisão perpétua.
            Fato curioso: Pra quem disse que foi estuprada por mais de 30 no mesmo dia, ela fisicamente se recuperou bem rápido, pois no dia seguinte já estava em rede nacional, ou seja, foi liberada do hospital bem rápido.

          • Fábio Zappa

            Ludo, matou a pau… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…

          • Fábio Zappa

            Aline, pare de cagar na nossa cara… olha as coisas que vc escreve… assiste esse vídeo aí… se quiser assistir inteiro, basta entrar no meu canal…
            .
            Não importa se ela se envolveu com gente barra pesada estupro não deve ser justificado. Ué ela namorava o cara bandido. Ele num era um jogador pelo Q falaram? É mesmo Q fosse bandido… Não tem esse direito.
            .
            .

          • Ludo Final

            Sério que ela não tinha consciência? Namorada de traficante de drogas, que sai de casa desde os 12 anos pra dar pra bandido. Inclusive teve uma criança. Ela não tem consciência que sempre saiu do bairro tranquilo dela pra ir pros ninhos de cobra da vida?

          • Fábio Zappa

            na época desse caso saiu até um áudio dela – no zap – a própria dizendo que estava muito louca e estava dando pra geral… e eu vi alguns vídeos no face dela, e era a mesma voz…

      • Douglas Duda

        Eu achei um tanto quanto fraco o post. Colocar a culpa no feminismo em um país como nosso, é algo um tanto errôneo. Falar que o feminismo incentiva o empoderamento, a vestimenta que a mulher quiser, que o funk atual, e as meninas que vão no mesmo acabam piorando por causa desse incentivo feminista, é simplesmente lamentável. Não temos que pensar que vivemos num país com dados alarmantes e nos prevenir para que menos estupros aconteçam através da mudança da mulher. A mulher tem que ir com a roupa que quiser para onde quiser, com a maior segurança do mundo. A culpa disto tudo, é da nossa sociedade antiga e machista, que ainda segue princípios fracos e antigos, princípios feitos para propiciar o bem-estar do homem. Comparar o risco que um homem corre, com o risco que uma mulher corre ao sair na rua, é completamente desequilibrado. E colocar a sociedade de 1800, me poupe, naquela época as coisas aconteciam e ninguém ficava sabendo, não compare as “leis” de antigamente. Tamanho de sociedade muito diferentes, com avanços muito diferentes. No nossa país, as coisas estão erradas na base, na educação.

        • André Gustavo Paião Oliveira

          Você tem certeza que um movimento que chama de “empoderamento” incentivar que mulheres façam tudo o que letras escritas por e para homens dizem? Justamente aqueles que realmente objetificam? Tem que ser muito escroto pra acreditar que o funk faz parte da liberdade da mulher em se satisfazer sem ter vergonha, justamente porque os homens desse movimento não pensam assim. Não existe homem de caráter, que respeite mulher, que se sujeita a “dançar” e “cantar” aquilo publicamente. Mas não são aqueles homens que dançam, escrevem e cantam que dão confiança às mulheres para que realizem todos os seus fetiches: é a porra do MOVIMENTO (não ideial, pq se quisessem o ideal de igualdade de direitos e respeito, esse post aqui seria chamado de feminista, não aquele grupo majoritariamente burro, analfabeto e histérico). São mulheres incentivando outras mulheres a ficarem nesse meio.
          Já viu caso de estupro no coral da escola? Não tem né… é pq as letras não incentivam e a esquerda não protege!

          • Gottheilt
          • André Gustavo Paião Oliveira

            Quer fazer uma estatística comparativa ou vai insistir nessa amostragem sem pé nem cabeça, levando uma metáfora de proporção ao pé da letra?

          • Silas

            Bom na realidade, diferente do mundo em que tudo é uma construção social ou invenção do patriarcado, as pessoas procuram colocar as ideias em DEBATE para questionamento. Só que logo o ad hominem aparece, assim como outros bem rápido como se espera. Se alguém responde de forma contundente, pronto já vem alguém chamar de burro ou de academicista intelectualóide.

            Para estes André, quanto mais vítimas melhor, eles querem mais é que pegue fogo o mundo desde que isto sirva para a derrubada da estrutura atual, subversão o nome disso. Eles querem mais liberdade, mais sexo, mais denúncias, mais vítimas e assim vai.

            Como se fosse possível uma sociedade colorida que se aproveita de uma sexualidade exacerbada e onipresente, sem nenhuma contrapartida. Sexo toda hora, mas sem violência. Porque sexo tem tudo a ver com gentileza e carinho e nada se relaciona com um instinto primitivo de reprodução.

          • Didica

            Cara que loucura! Não consigo entender o que você diz, pq você fala de uma maneira BURRA!

          • André Gustavo Paião Oliveira

            Você não consegue entender porque tem algum grau de analfabetismo funcional ou alguma doença sócio ideológica

          • Didica

            Cara, vc é burro apenas aceite que fica menos feio!Usar palavras rebuscadas não te torna inteligente ou menos lunático do que é! #machistaescroto

          • André Gustavo Paião Oliveira

            Não tem um argumento sequer no seu texto, campeão. Justamente porque na área das ideias você não dura muito. Não preciso ficar me explicando aqui, mas sugiro que pense que esse é um debate antigo e recorrente e não estou inventando nada.
            Brasileiro tem umas manias idiotas: quando não entende o que lê considera única opção possível o interlocutor falando besteira. Nunca é ele mesmo o desinformado, iletrado, leigo ou, que seja, aquele que só lê coisas que para autoafirmar o que o que acreditam de antemão, em vez de enfrentar várias argumentações opostas para pensar sozinho onde a racionalidade leva. Mas é claro que a racionalidade leva em lugar algum desclassificando alguém tentando fazer apenas algum tipo de ofensa sem base.

    • André Gustavo Paião Oliveira

      Não escondem a identidade? Fumou maconha estragada?

    • Ludo Final

      Recado pra Ricardo Santos: Nossa‼ É mais fácil esse blábláblá sem fim do que simplesmente admitir que o estuprador é um psicopata em prática e pronto? É um monstro nojento imundo no pior sentido. A Escandinávia é Feminista e o que mais acontece é estupro lá. A Esquerda recebe o Islã de braços abertos. Tudo que é droga pesada, terrorismo e rodízio de estupros é chegando em massa em sua região é o resultado.

  • Vinicius Moreno

    Que postagem mais insignificante, vinda de um homem branco.
    Amigão, você não é mulher para dizer quem é o culpado, o culpado é você, sou eu, seu pai, meu pai, nossos avós.
    Todos os homens são culpados, as mulheres desde os primórdios, nos manuscritos e até mesmo em livros sagrados como na bíblia,
    a mulher é vista como um “ser inferior, submisso e fraco”.
    A bíblia foi escrita em aproximadamente 500 anos a.c. a sua publicação em 2016 no século 21, e é tão semelhante quanto o velho e presunçoso.

    Preste atenção ao expor opiniões neste assunto, um assunto que não é de domínio do sexo masculino, você pode acabar escrevendo asneiras numa mídia de acesso quantitativamente MUNDO.

    • Gabriel Victor

      Não rapaz… quanto racismo, quanta desinformação…

      Em primeiro lugar, o mal existe desde os primórdios, o homem é culpado sim, no momento que se omite quando alguém mais fraco necessita de ajuda. O homem é culpado no momento em que vê a criminalidade aumentar e não diz nada. O homem individualmente é culpado por seus atos, quando apoia ou pratica-os.

      Na Bíblia (que você não leu) o dever do homem é defender a mulher e esta, de ser o alicerce do homem. Débora (juíza – ocupou cargo político), Ester (Rainha), Sara, Rute, todas mulheres fortes e que tiveram o seu papel na história gravado procure ler antes de profanar uma escritura tão antiga sem ter base para tal.

      Sua ideia retrógrada é a que vem sendo aplicada em países que hoje sofrem com as maiores taxas de violência contra mulher, nesse momento, nenhum pio? Estocolmo? Taharrush? Islamismo? Nessa hora ninguém se pronuncia.

      Você pode ter razão em uma coisa: você é culpado por apoiar, mas eu não.

      • Vinicius Moreno

        Homem branco não é minoria, é disso que estou falando, você é o desinformado e se acha no direito de se colocar contra o movimento feminista. Pois bem… Homem, branco, hétero… Você não faz parte de minoria, não sofre por NADA, absolutamente NADA.

        Poligamia, é citada na bíblia logo no 4 capítulo do primeiro livro (“E tomou Lameque para si duas mulheres”) TOMOU, isso mesmo. Do contrário a mulher não pode por escolha própria praticar poligamia, só o homem.

        Outra lei bíblica: quando um homem morre e deixa uma viúva, seu irmão deve casar com ela, para garantir que o patrimônio da família não se perca, ou seja, a mulher não tem escolha e não consegue cuidar da família e bens sozinha.

        “A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao marido.” Mais uma… Essa não preciso nem citar, ficou CLARO.

        Não adianta vir defender um livro tão patriarcal e ultrapassado, assim como seu texto, provas tem de monte e acho que você
        é o que não leu.
        Você é mais um culpado, não tire o seu da reta, o seu texto caiu a partir do título.

        • Gabriel Victor

          Sim. Racismo, preconceito, desinformação. Julga cor sem nem mesmo me conhecer ou saber dos ancestrais de alguém.

          O motivo de Lameque ter tido filho com mais de uma mulher, biologicamente falando, é para aumentar seus descendentes. Prática comum em uma época de “governo” hereditário e de baixa população.

          A lei dita por você é baseada em Deuteronômio, livro de leis criado por Moisés para organizar uma população de acordo com o seu contexto histórico.

          Nenhum de seus argumentos tem base e pior, não levam a lugar algum. Você fala simplesmente como uma pessoa movida apenas pelo ódio e preconceito.

          Seus atos não vão ajudar mulher alguma, muito pelo contrário, só vão prejudicá-las cada vez mais.

          • Vinicius Moreno

            Ok amigo, você irá ajudar muito mais do que eu criando um texto que já começa com esse título.
            Se não for ajudar apenas fique queto, não é pedir muito, você só escreveu merda e se acha certinho,
            eu sou branco e estou na mesmíssima situação que você, o que você não entendeu ainda, é que eu apenas disse que você não é minoria em nada, e por isso não tem porque você dar pitaco nisso, você quer banalizar um movimento que não traz benefício apenas para a mulher e sim para você, mas creio que disputar alguma coisa com uma mulher é muito difícil para você, o machismo fala mais alto.

            Lindas blasfêmias do livro que está defendendo como certo
            O Antigo Testamento afirma que uma mulher deve ser vendida a seu estuprador e passar com ele o resto de sua vida
            Deuteronômio 22:27-28

            O NOVO TESTAMENTO afirma que a mulher deve aprender em silêncio com toda submissão, e não tem o direito de ensinar nada, pois é inferior ao homem
            1Timóteo 2:11-12

            Sejamos francos, se quer praticar uma religião pratique, acho justo. Porém não se esqueça que este livro foi escrito por vários homens que pecaram durante sua vida, portanto não devemos tomá-lo como base de ensinamento nenhum.

        • Abdalmaus

          Não sou culpado de estupro nenhum, nem meus familiares. Meu penis não me incrimina de nada.
          Buceta não inocenta ninguém. Fui molestado por mulher quando criança. Não culpei minha mãe, avó, irmãs e nem primas.
          Minorias estão sendo idolatradas hoje, você acha isso certo?

          Qualquer merda que acontece, a quem vocês jogam a culpa? Nos homens, brancos e heteros.
          Imagina quando alguém é os 3 ao mesmo tempo? Acontece o que você acabou de fazer. Discriminação. Prova de tão hipócrita que você é. Tentou desvalidar o que o cara tem a dizer por ser branco. Só a sua tentativa de culpar alguém por ter penis, se equivale ao argumento de que todo negro é ladrão. E você não teria direito de argumentar por que você é negro e não branco que é vítima.

          Esse não é o primeiro bacanal dela, só virou vitima por que gravaram.

          Sobre sua ignorancia sobre o assunto biblico, nem presciso falar por que o Gabriel já invalidou seus argumentos.
          Só acrescento que você esta tentando argumentar sobre leis do passado. Leis se atualizam, você devia fazer o mesmo.

          • Vinicius Moreno

            Idolatradas? kkkkkkkkk piada.
            Pouquíssimos casos de estupro no Brasil são criminalizados, “por falta de provas”, você sofreu com o mesmo, e ainda defende um texto ridículo como esse. Eu não estou generalizando, sei que existem pessoas como você que evitam o máximo o machismo que nos é imposto.
            Você neste caso não é culpado amigo, e sim foi vítima, o que acontece é que temos que olhar para o nosso, pois todos somos machistas, a nossa sociedade impôs isso. Porque um homem não pode brinca com boneca quando criança ou usar roupinha rosa? Porque a mulher não pode ficar com vários na balada e o homem pode e quando consegue é o “pica das galáxias”? Fora as cantadas e estupros não físicos?
            Você não sai na rua e tem medo de ser estuprado, você não tem o sentimento de que está sendo perseguido por um estuprador, sendo que o homem as vezes é só um cara indo pra casa. Ou você nunca se deparou com um cara na rua, olhando pra você e batendo uma…

            A luta das mulheres é travada todos os dias cara, todos os dias.

          • Abdalmaus

            Sim minorias estão sendo idolatradas. É inegavel.

            Sofri abuso em situação completamente diferente.
            Não convideu grupo nenhum pra fazer sexo pra depois denunciar quando descobriram.
            A respeito de “machismo imposto” é algo bem debativel.
            Nunca fui proibido de brincar com boneca e minhas irmãs brincavam com meus carros. Já a questão de usar roupa cor rosa, é bem natural os pais escolherem roupas para seus filhos. Porem isso é irrelevante.

            “Porque a mulher não pode ficar com vários na balada e o homem pode e quando consegue é o “pica das galáxias”?”
            Quem disse que não? Ela será chamada de “piriguete”. Homem “pegador” é chamado de “galinha” por quem acha errado.

            “Fora as cantadas e estupros não físicos?”
            Sério mesmo? Dá pra ver que há algo de errado com você.
            Estrupos só são físicos. Daqui a pouco aparece mais loucos fazendo denuncio de estupro mental como uma outra louca o fez, por pensarem como tú.

            O resto do seu comentário foi só sensacionalismo barato.
            Já deparei com mendiga (ou seja mulher) se masturbando na rua e olhando pra mim, no centro da cidade.
            Se for pra fazer comparações de risco. homens correm mais risco do que mulheres em geral. Isso é comprovado.

        • Ludo Final

          Há mais mulheres que homens no meu mundo. Então ele é minoria. Há mais pretos que brancos no mundo. Há mais amarelos que brancos no mundo. Ele faz parte de uma segunda minoria. Ela faz parte de um maioria só na orientação sexual. Você também é homem. Mesmo pode até ser gay, preto e feminista, mas todos tem o direito de falar, a não ser que o Brasil esteja vivendo uma ditadura. Aqui não é Cuba nem Coreia do Norte.

    • Ludo Final

      De você tirou que só homem branco estupra? Em que mundo você vivi? E sim, há casos em que meninos e homens são estuprados, mas aí você, como feminista, fecha os olhos.

    • Ludo Final

      Eu nunca estuprei. E você?

  • Cris Wellen

    Algo me chamou atenção nesse texto, logo ali na conclusção : “(…) “No Brasil a palavra “precaução” é tabu, a palavra que trouxe nossos ancestrais (que se escondiam em cavernas para que animais mais fortes não “oprimissem sua liberdade”) até a atualidade. É preciso aceitar que vivemos um momento onde nem mulher e nem homem tem mais liberdade para andar por aí a hora que quiserem”.. Poooxa vida, como nao percebemos isso antes ??!! Vamos voltar a viver como na idade da pedra entao. Deve ser a melhor solução mesmo. Sugiro também que ninguém mais ande com celulares, relógios ou roupas de marca, coloquem uns sacos mesmo como roupa, assim ta bom para nao chamar atenção. Afinal a criminalidade tomou conta de tudo no país, homens e mulheres, estamos todos perdidos. Só nos resta aceitar, cruzar os braços e nos esconder nas cavernas, nada de lutar contra isso, vamos deixar como está. Puta texto emmmmm!! orra

  • Cris Wellen

    Algo me chamou atenção nesse texto, logo na conclusão : “(…) “No Brasil a palavra “precaução” é tabu, a palavra que trouxe nossos ancestrais (que se escondiam em cavernas para que animais mais fortes não “oprimissem sua liberdade”) até a atualidade. É preciso aceitar que vivemos um momento onde nem mulher e nem homem tem mais liberdade para andar por aí a hora que quiserem”.. Poooxa vida, como nao percebemos isso antes ??!! Vamos voltar a viver como na idade da pedra entao. Deve ser a melhor solução mesmo. Sugiro também que ninguém mais ande com celulares, relógios ou roupas de marca, coloquem uns sacos mesmo como roupa, assim ta bom para nao chamar atenção. Afinal a criminalidade tomou conta de tudo no país, homens e mulheres, estamos todos perdidos. Só nos resta aceitar, cruzar os braços e nos esconder nas cavernas, nada de lutar contra isso, vamos deixar como está. Puta texto emmm? orra

    • Gabriel Victor

      E você acha que não andamos? Não faltam exemplos como os de Marilena Chauí e Leonardo Sakamoto que colocam a culpa do roubo na “ostentação” de quem foi assaltado.

      Quem tem cordão de prata não anda mostrando-o na rua. Quem tem relógio de marca idem. Escolhemos um carro e casa já pensando na segurança. A mídia propaga o “Não reaja” há anos.

      O Brasil foi moldado sobre esse medo no momento em que a criminalidade cresceu, como dito no texto, é importante lutar contra a criminalidade, mas é covardia não admitir e incentivar que pessoas andem como se ela não existisse.

    • Luiz Goulart

      Sempre a mesma esquerda, com o mesmo discurso do absurdo. Ontem em um grupo do face, uma “liderança” feminista, essas que dizem que “minha roupa não define meu caráter”, ofendeu-me por contestá-la educadamente, e disse que não responderia mais nada do que eu perguntasse até que colocasse “roupas decentes” em minha foto de perfil. Sim, isso aconteceu. A moça do meu corpo minhas regras, apelou para a moralidade burguesa, contra a foto de um perfil que não é dela. O discurso do absurdo protege os defensores dos pseudo movimentos sociais (pseudo sim, não possuem representatividade real, não são lideranças, e isso ficou evidente na fraca reação à destituição de um governo que, em tese, defendia seus discursos. E só o discurso do absurdo os protege.Não são movimentos sociais coisa nenhuma, são só escritórios de caça aos votos de minorias, sem nenhuma preocupação outra, que não eleger deputados e garantir carguinhos de assessoria.

    • Alexia Evellyn

      Se estivéssemos em casa não seríamos estupradas, se estivéssemos na igreja não seríamos estupradas, se estivéssemos estudando não seríamos estupradas. SE NÃO EXISTÍSSEMOS NÃO SERÍAMOS ESTUPRADAS.

  • Alexia Evellyn

    Claro, vamos culpar as mulheres MAIS UMA VEZ pelo que homens fazem. Vamos MAIS UMA VEZ falar que as mulheres são responsáveis pelo que HOMENS fazem. Patético! Aceitem que a culpa é toda da cultura do estupro SIM, e que vocês, se não se colocam contra ela SÃO CULPADOS TAMBÉM. Parabéns você descobriu o objetivo do feminismo. O que nós queremos é exatamente isso! Que todas sejamos estupradas, e nossas manas também. Você é um gênio.

    • Vinicius Moreno

      HAHAHAHAHAHAHA, tragam o prêmio nobel da Literatura para esse grande escritor contemporâneo de todos os tempos.

  • mateus

    Excelente texto. Parabens.

    • Gabriel Victor

      Obrigado.

  • Helena Aranha

    VAMOS LÁ:

    Incentivo à marginalidade:

    Funk é um fenômeno cultural e não há como você negar isso. Mas a cultura especificamente de funk ostentação na favela é um enorme problema. Apesar do funk em si ser uma manifestação cultural, as letras de funk ostentação, geralmente machistas, misóginas e que incentivam violência (exemplo: Baile de Favela) não deveriam mesmo ser aceitas e encaradas como algo normal. Isso incentiva diversos tipos de crime. Porém, proibir o baile funk não é o caminho e sim, tentar alcançar essas pessoas com educação, além de lhes dar condições decentes de vida. O buraco é bem mais embaixo. Como a história prova, proibir uma manifestação cultural só vai fazer com que ela se manifeste de outras maneiras, vide o sincretismo dos escravos brasileiros e a capoeira. Cultura não se elimina, se transforma.

    Desvalorização da mulher:

    A mulher tem direito de ser livre, sim. Quem tem que mudar de comportamento é o homem machista, que a vê como objeto sexual. Não faz o menor sentido a mulher ter que se privar de dançar, de ir no baile funk ou em qualquer outra festa, de fazer sexo casual e sentir prazer no sexo, enquanto homens tem direito de ir e vir numa boa. A mudança está no homem abusivo, não na vítima – da mesma maneira que, por exemplo, o anti semitismo se corrige mudando os anti semitas, não os judeus.

    Sobre strippers, apesar de alguns movimentos feministas liberais defenderem a prostituição como uma forma de liberação da mulher, feministas radicais não acreditam e lutam MUITO contra isso. Prostituição (o que inclui videos pornôs) é considerado exploração da mulher, pois mesmo que ela ganhe um ótimo salário e se sinta ótima no ambiente de trabalho (o que é extremamente raro – a maioria das mulheres do mundo que entram neste meio, o fazem pois não tem opção), seu corpo ainda estará sendo objetificado e isso não contribui em nada com a causa feminista. Isso é algo que nem mesmo a legalização corrige, vide o caso da Holanda nos últimos anos, no qual a legalização da prostituição não reduziu o tráfico de menores, exploração sexual e a existência de cafetões.

    Quanto às baladas, o beijo não é presença obrigatória, você só acha que é isso, é só a sua opinião sem absolutamente nenhuma contraparte no sistema legal ou de costumes, inclusive. Uma pessoa (geralmente homem) que tenta forçar outra (geralmente mulher) a beijá-la é agressiva e machista. Isso NÃO É normal. Afirmar que beijo é obrigatório em baladas só fortalece esse comportamento abusivo. Mas se uma pessoa, por livre e espontânea vontade, junto de outra que concorda com isso, querem se beijar – e se isso se repetir com inúmeros parceiros, como em uma micareta – não tem problema. Cada um faz o que quer, contanto que o parceiro esteja de acordo. O problema não é a festa, não é o sexo, não é o beijo: mais uma vez, o problema é o HOMEM que OBJETIFICA a mulher e a DESRESPEITA. A solução para isso é investimento em EDUCAÇÃO em massa, CONSCIENTIZAÇÃO, não a PROIBIÇÃO. Só de quebra, as sociedades mais seguras e desenvolvidas no mundo, são também as mais permissivas no sexo, como o caso da Suécia e Alemanha.

    “A verdade é que incentivar mulheres (e isso inclui crianças e adolescentes) a irem a ambientes ‘contaminados’ com a hiper-sexualização é uma covardia tão grande quanto fazer uma trilha de migalhas para um rato que termina em um ninho de cobras”. Novamente: a covardia não é uma mulher ser sexual, buscar diversão em festas e parceiros, e sim, o homem não saber respeitá-la por isso.

    E a menina do Rio de Janeiro?

    Claramente, esta menina estava imersa na comunidade onde vivia e, também por conta disso, não tinha costumes saudáveis, como (aparentemente) acesso à armas, convivência com pessoas ligadas ao tráfico de drogas e o próprio uso de drogas. A questão é: sim, o feminismo deveria estar lá nos momentos em que ela saía, o problema é que não esteve na cabeça dos 30 e tantos homens que a estupraram. NADA justifica o estupro. NADA que essa menina tenha feito (usar drogas, ser amiga de traficantes) a culpabiliza pelo estupro. O estuprador é o culpado, o estuprador é machista, o estuprador a viu como um objeto, o estuprador a feriu. Ela não “pediu por isso”, por ter usado drogas ou ido à festas. Esse pensamento é destrutivo e só incentiva a cultura de estupro.

    Impunidade

    Sou contra a redução da maioridade penal, primeiramente porque um adolescente (segundo a psicologia e estudos neurológicos) ainda não está completamente formado como pessoa e por isso ainda tem chances de mudar, com alguma intervenção positiva. Ir para a cadeia com adultos só irá ensiná-lo a ser um criminoso pior do que já é, além de gerar traumas e incentivar comportamentos de violência maiores ainda, ou iguais. Além disso, no Brasil não temos espaço e recursos (por questões financeiras) para manter tanta gente dentro das prisões, portanto logo mais este adolescente será solto novamente e, enfim, todo esse processo não surtirá efeito algum. É jogar a sujeira para debaixo do tapete. Os crimes continuarão acontecendo. Além disso, os jovens não são ineputáveis, só recebem ponderação diferente daquela dos adultos. Novamente, a solução é EDUCAÇÃO, melhor destribuição de renda, dar condições para que essas pessoas não recaiam no crime.

    Não vou me ater mais neste fato, pois prefiro focar no feminismo, tema central da minha resposta e (acredito também que seja) do seu texto.

    Conclusão

    “Precaução” não é tabu. Mulheres tentam se prevenir para não sofrer violência, mas SEMPRE há alguma coisa que a sociedade machista irá usar para culpabilizá-la pelo estupro. Ou a roupa, ou o local onde estava, ou os amigos, ou por não ter namorado, ou por ter namorado, ou por não ser mais do lar, ou pela família não ser “tradicional” (rs) etc. Ou seja, é claro que é inteligente não andar sozinho numa rua escura, se você tiver opção. Ou então, não frequentar aquela balada que você sabe que só tem caras idiotas. Mas SE por um acaso essa mulher fizer isso, quem está errado é o agressor, não ela. Essa é a maior falha do seu texto: você culpa a vítima e não o agressor. Então, você acha que a solução para estupros e feminicídios é que as mulheres se escondam, fiquem presas, não façam o que querem e enquanto isso, homens andam livremente por aí e, se aparecer uma mulher na rua, culpa dela por ter saído de casa? Esse pensamento, sim, é completamente retrógrado e não combate a cultura de estupro, só a reforça, ainda que talvez essa não seja sua intenção.

    Vou te dar um exemplo bem óbvio: se um homem rico passa dentro da favela e é assassinado por um traficante, você acha que o juiz em um tribunal deve inocentar o traficante, pois é lógico que o homem rico não deveria ter passado por um lugar tão perigoso? É exatamente assim com mulheres, quando são estupradas.

    OBSERVAÇÃO FINAL:

    O título do seu texto “A culpa do feminismo no estupro coletivo de uma jovem” é claramente bombástico e com intuito não de representar uma abordagem intelectualmente honesta, mas de causar comoção. Também deixa bem claro um viés de antagonismo contra o feminismo, mais do que uma postura sóbria. Fora isso, seu texto se encerra com a idéia absurda de que as feministas são culpadas pelos ataques à mulheres e que as mesmas não tem direito à integridade física, se forem feministas. Existem diversas vertentes de feminismo e achar que você pode encerrar todas elas no que você entende por feminismo, é uma miopia intelectual (para não dizer “ignorância”). Graças ao feminismo, mulheres não só conseguiram direitos básicos, como trabalhar e votar, como também adquiriram uma posição societal mais digna. Milhares de mulheres que sofrem agressão são acolhidas pelas feministas, que as ajudam a se recuperar e seguir em frente na vida. Feministas lembram as outras mulheres que elas não são um objeto, que elas tem direito de ser felizes e livres. E combatem todos os dias a cultura de estupro, se unem contra isso e lutam incansavelmente. E enquanto você prega que medo é a melhor defesa da mulher, feministas pregam que coragem é seu melhor escudo.

    • Lara Oliveira

      Ia fazer todo um texto, mas você se adiantou. kkkkkk
      Apenas um adendo sobre a tabela de dados com os números de estupros: o que ocorreu foi um aumento de DENÚNCIAS. E isso é sim, graças à uma consciência feminista que fala, bate na mesma tecla inúmeras vezes: nada justifica o estupro. A partir do momento que a mulher trabalha melhor seu sentimento de vergonha, de culpa infundados por um ato que não foi responsabilidade dela e se empodera para denunciar, ela está sim, aumentando os números de DENÚNCIAS. Aumentando a incapacidade de uma sociedade conservadora de esconder uma violência que ocorre desde o momento que colocaram a mulher como submissa, como único papel de ser “alicerce”, de estar atrás, mas nunca ser a protagonista.

      • Augusto

        Talvez você seja só ingênua ou desonesta intelectualmente (como a grande maioria das feministas), mas acho que você não entendeu quando ele disse que a Suécia ENCABEÇA o segundo lugar no ranking de países onde o estupro é comum, e que tal ESTATÍSTICA CONTRADIZ a enorme quantidade de leis de proteção às mulheres….
        Espero que tenha ficado claro agora.

        • Lara Oliveira

          Talvez você seja só ingênuo ou analfabeto funcional (como a grande maioria dos brasileiros), mas se você tiver dado uma clicada nos links para entender a atual situação política da Suécia, saberia que o número de estupros nada tem a ver com ser “comum” ou com “adotar as mesmas políticas que a Suécia adotou”. Tem a ver com choque de culturas. E providências estão sendo tomadas, mas não tem como mudar toda uma cultura em um curto espaço de tempo. Seria sábio de sua parte primeiro tentar entender a linha de raciocínio, antes de comentar coisas desnecessárias.

      • Ludo Final

        Como você mesma disse, é fato: há um aumento e tanto no caso de estupro na Suécia, resultado de politicas feministas. A Esquerda aceita o Islã de braços abertos.

        • Lara Oliveira

          Como o conteúdo da sua mensagem é chocantemente preconceituoso, vou fingir que você fez esse comentário na zoeira e é sob a benção da Santa Zoeira que respondo: A esquerda aceita todos, até você.

    • Paulo Di Freitas

      Defende uma hiper-sexualização da mulher, que a objetifica, sim, na visão masculina, e crer que isso não contribui para a cultura do estupro?
      Culpar somente o machismo é muito fácil, colocar a mulher em situação de total não responsabilização pelos seus atos, é ser complacente. Frequentar ambientes em que os padrões morais, legais são quase que totalmente relativizados e esperar do homem, algum comportamento, diferente do corriqueiro, é abusar das situações fáticas e se aventurar em ilusões idealísticas. Homens e mulheres submetidos a uma desconstrução de valores morais, liberdade sexual desenfreada, utilização de bebidas alcoólicas, entorpecentes, estarão submetidos a experimentação de crescentes praticas de atos ilícitos, tal como estupro, pois se perde a noção dos limites socialmente aceitos. E mais uma vez a defesa dessa cultura de promiscuidade (como é o caso do funk, outrora chamado de proibidão), com a inserção da mulher, em tais ambientes, permitirá sim a expansão da cultura do estupro, pelo objetificação pela naturalização de comportamentos antissociais.

    • Alexia Evellyn

      OBRIGADA POR ESSA RESPOSTA LINDA! Esse homem se acha um gênio, ele descobriu tudo pelo que lutamos, devemos dar um prêmio nobel pra ele! Tudo que a gente queria era ser estuprada, vamos cancelar o feminismo, pois fomos descobertas!

    • Gabriel Victor

      Primeiramente, obrigado pela resposta. Apesar de ter um posicionamento facilmente distinguível (assim como o meu) seu comentário foi bem ponderado e é isso que eu procurava por aqui: uma discussão um pouco mais aberta sobre os fatos, com o objetivo de encontrar os verdadeiros agentes que causam episódios como esse (apesar de no momento estar havendo uma discussão se houve mesmo um estupro), o importante é que a discussão acerca do tema foi aberta e sendo ou não estupro, esse crime continuará ocorrendo se algo certo não for feito.

      Mas vamos a tréplica.

      Incentivo à marginalidade:

      Concordo com você, minha intenção nunca foi uma proibição ao funk, mas o desincentivo ao funk que você se referiu, que é o funk carioca, sua base são de músicas mais eróticas, base esta que foi se desenvolvendo até se tornar o funk que conhecemos hoje.

    • André Gustavo Paião Oliveira

      Cara, parabéns pela coragem! Seu texto tem a clareza e a ligação dos pontos suficiente para resumir os problemas que passamos HOJE. Tem gente que fala de educação… Há décadas educação é pauta na política, recebe cada vez mais dinheiro público investido (perdido/desviado), e o que estamos conseguindo é, por exemplo, tirar matérias básicas do fundamental, além de não conseguir alfabetizar os alunos nem com os horários cheios de língua portuguesa!

      É uma pena que as pessoas não se toque da realidade de que o futuro é outra história e, em meio a essas distorções metodológicas e ignorância completa de dados, pesquisas (armamento, por exemplo), insistam em continuar com discurso fantasioso. Se houvesse alguma representatividade para tentar seguir as medidas aqui reunidas (coisa que os liberais e conservadores em geral concordam), as mudanças começariam JÁ. Menos de um ano. Mas lamentavelmente, o analfabetismo funcional gritante impede que os leitores entendam exatamente o que diz, já que, analfabetos funcionais que são, não conseguem ligar o texto à realidade e às suas bases. Esse assunto sério é mais abordado como questão de fé, como se importasse no mundo concreto o que cada um acredita que funciona, independentemente dos fatos.

      Quando vamos conversar sobre qualquer problema social, é interessante ter ao lado a força da academia, por exemplo: pesquisadores, filósofos, sociólogos, economistas, estatísticos, especialistas em segurança pública. Por que o feminismo não funciona? Porque ignora toda e qualquer informação externa ao movimento que ouse contradizer suas crenças. É do doente, que sabe que sofre, sabe que tem dores, sabe que é reincidente, mas contraria cegamente o diagnóstico médico e acredita ser capaz de escrever a própria receita. Essa última, certamente a melhor possível de ser feita, verdadeira, embasada!

      Claro que uma noção que converge com os ideais marxistas: não importa se alguém faz “A” melhor, mais rápido e mais barato, o operário deve ser remunerado pelo seu esforço. Assim, a mente feminista, que rouba para si o monopólio da defesa das mulheres, mesmo que isso seja uma grande mentira, acredita que as melhores medidas para corrigir seus dilemas sociais só poderia sair da cabeça delas mesmas.

      Coisa com fé comparável à mais cega das crenças religiosas!

    • Ludo Final

      Resumo do resumo: você defende o estuprador, principalmente se ele é de menor. Precisa de textão pra dizer isso?

  • Calgary73

    Pelo que entendi, o autor do texto atribui parte da culpa para a estuprada.
    Espero que tenha entendido errado

    • André Gustavo Paião Oliveira

      Pelo que entendi, você tem algum grau de analfabetismo funcional.

      • Calgary73

        Menino tonto.
        Se um dia vc alcançar 10% do que eu tenho na vida, se de por feliz

        • Heitor

          Duvido, homens de sucesso não estão discutindo feminismo na internet, a quem vc pensa que engana TROUXÃO DERROTADO. Se tiver 10% do que vc tem é melhor ele pular da ponte.

          • Calgary73

            Outro idiota. Nao muito diferente dos dois primeiros
            Pode duvidar o quanto quiser. Problema seu

    • Abdalmaus

      Se você faz vídeo falando que quer fazer (outro) bacanal, que esse não é o primeiro, usa drogas e é mulher de (vários) bandido(s). Sim, a culpa é da “estuprada”.
      Que só virou vítima dessa vez por que o video vazou.

  • Antonio Silva

    Cara, poucas vezes li tanta bobagem junta, mas como algumas pessoas já rechaçaram ponto a ponto, só vou comentar uma coisa que me incomodou demais: tenho uma filha jovem, que adora sair para dançar com as amigas. Ela tem um namorado que está morando fora do Brasil, então ela sai sem intenção alguma de beijar alguém, mas já virou até rotina, todas às manhãs seguintes às baladas, ela reclama de agressões que sofreu por não querer beijar alguém. Ela quer simplesmente dançar, beber, conversar, estar na noite. Se ela quisesse beijar, beijaria, mas ela não quer, mas parece que muitos homens não aceitam isso. De quem é a culpa? Dela, que se recusa a se esconder ou deixar de fazer o que tem vontade, ou dos caras que a agridem? Confesso que, como pai, já cheguei a pedir que ela não saísse em um grupo pequeno, pois ela mesmo fala que é mais fácil se proteger quando está com mais amigas ou, preferencialmente, com amigos homens, mas ela insistiu e no outro dia estava muito indignada com a falta de respeito recorrente, Claro que eu pensei em soltar um “eu avisei”, mas seria péssimo. Não quero minha filha deixando de fazer coisas pq existe um mundo machista. Agora ela está treinando defesa pessoal e fazendo muay thai. Disse que não volta mais com braço roxo para casa de graça, que se passar por isso de novo, vai reagir. Ela tem raiva e tem medo. E a culpa não é dela que insiste em continuar dançando.

    • Alexia Evellyn

      OBRIGADA! PERFEITO VINDO DE UM PAI!!!!! <3 Ele excluiu meu comentário, porque só quer comentários dizendo que as baboseiras que ele falou estão certas! Certamente não tem uma filha que sofre com esses abusos, e certamente se tem é um zero à esquerda.

    • André Gustavo Paião Oliveira

      Você ignora uma coisa: como ela se comporta, e as amigas, estando solteiras? Tenho uma prima feminista. Bom, que se diz feminista. Já presenciei, na minha frente, um cara chegando de maneira extremamente agressiva, agarrando ela, enquanto ela se encurvava fugindo do sujeito. Não deu um minuto, ela começou a rir e beijou ele. Essa é a mesma prima que hoje me considera machista e opressor, além de culpado por um estupro que eu não cometi e tenho tanto nojo quanto ela.

      • Silas

        Relaxa bater no bundinha pode, de leve. Não pode doer! Só um pouco vai. “Um tapinha não dói”.
        Não pode falar muito, tem que ter “#pegada”, mas também não pode ser grosso, rude ou encostar, a não ser que eu queira.
        Bebo, faço uso de drogas ilícitas e inicio relações sexuais com estranhos sem qualquer critério que não o da aparência.
        Não posso ser responsabilizada por qualquer evento conseguinte que possa desviar da minha fantasia hipersexualizada.
        Posso me vestir da maneira que quiser, seja ela apropriada ao ambiente de lazer, estudo ou trabalho.
        Qualquer oposição a esta maneira de pensar será prontamente rotulada de conservadora, machista e finalmente nazista.
        Ver: Reductio Ad Hitlerum (Wikipedia)

        “Vem na maldade, com vontade
        Chega encosta em mim
        Hoje eu quero e você sabe
        que eu gosto assim” Anita – Bang ( que todo jovem sabe dizer o que é, e o que significa uma garota ser do “bang”)

        Suposto modelo de diversas adolescentes, e quando digo isso não estou incluindo as feministas que tem “bigode” e pelo no “suvaco” com mais de 21 anos que escutam Alanis, mas sim daquelas expostas ao conteúdo hipersexualizado das mídias convencionais e conteúdo cada vez mais erotizado das propandas veiculadas nestas mídias, mais recentemente a internet para um público quase que infantil.

        Sr. Antonio sou pai, minha filha tem dois anos de idade. Embora eu ainda tenha outras preocupações quanto ao futuro da minha filha, eu vejo o abismo e a armadilha que são essas novas regras e normas para os relacionamentos afetivos(sexuais) pós-modernos, que embora estejam sendo divulgados como liberação da mulher, são só prejudiciais à mesma, pois a coloca frequentemente em situações em que nem eu ou o Estado temos condições de defendê-la, muito menos ela mesma poderia o fazer.

        Se você respeita a filha de um certo camarada como esta deveria ser respeitada por admiração, você acaba sendo chamado de viado pelo próprio pai da dita cuja, tais são as normas da sociedade que estamos construindo. Enquanto os indivíduos com que esta se relaciona estão muitas vezes envolvidos com o crime e abusam de sua filha de forma constante física e emocionalmente.

        Bom estas são só algumas considerações de um João ninguém com seus 30 anos. Faça bom proveito.

    • Silas

      Relaxa bater no bundinha pode, de leve. Não pode doer! Só um pouco vai. “Um tapinha não dói”.
      Não pode falar muito, tem que ter “#pegada”, mas também não pode ser grosso, rude ou encostar, a não ser que eu queira.
      Bebo, faço uso de drogas ilícitas e inicio relações sexuais com estranhos sem qualquer critério que não o da aparência.
      Não posso ser responsabilizada por qualquer evento conseguinte que possa desviar da minha fantasia hipersexualizada.
      Posso me vestir da maneira que quiser, seja ela apropriada ao ambiente de lazer, estudo ou trabalho.
      Qualquer oposição a esta maneira de pensar será prontamente rotulada de conservadora, machista e finalmente nazista.
      Ver: Reductio Ad Hitlerum (Wikipedia)

      “Vem na maldade, com vontade
      Chega encosta em mim
      Hoje eu quero e você sabe
      que eu gosto assim” Anita – Bang ( que todo jovem sabe dizer o que é, e o que significa uma garota ser do “bang”)

      Suposto modelo de diversas adolescentes. E quando digo isso não estou incluindo as feministas que tem “bigode” e pelo no “suvaco” com mais de 21 anos que escutam Alanis, mas sim daquelas expostas ao conteúdo hipersexualizado das mídias convencionais e conteúdo cada vez mais erotizado das propandas veiculadas nestas mídias, mais recentemente a internet para um público quase que infantil.

      Sr. Antonio sou pai, minha filha tem dois anos de idade. Embora eu ainda tenha outras preocupações quanto ao futuro da minha filha, eu vejo o abismo e a armadilha que são essas novas regras e normas para os relacionamentos afetivos(sexuais) pós-modernos, que embora estejam sendo divulgados como liberação da mulher, são só prejudiciais à mesma, pois a coloca frequentemente em situações em que nem eu ou o Estado temos condições de defendê-la, muito menos ela mesma poderia o fazer.

      Se você respeita a filha de um certo camarada como esta deveria ser respeitada por admiração, você acaba sendo chamado de viado pelo próprio pai da dita cuja, tais são as normas da sociedade que estamos construindo. Enquanto os indivíduos com que esta se relaciona estão muitas vezes envolvidos com o crime e abusam de sua filha de forma constante física e emocionalmente.

      Bom estas são só algumas considerações de um João ninguém com seus 30 anos. Faça bom proveito.

    • leandro

      Sem querer bancar advogado do diabo, mas o colega já havia falado sobre isso, o ambiente que a garota do rj cresceu, é um ambiente onde a mulher não é respeitada (um exemplo é a cultura do funk que trata a mulher como objeto, a imagem acima retrata muito bem), e em muitos casos os jovens não possuem a capacidade de discernir isso, o jovem possuí uma ideia deturpada de liberdade, a liberdade no sentido literal, permite o direito de ir e vir, e isso não é verdade, pois se vc acredita nisso, vc é conivente com a liberdade do outro tirar sua vida, pq é “direito” dele.
      No caso de sua filha, bato palmas por ela, no entanto, ela tem que procurar baladas em ambientes/localidades onde a cultura do respeito aos direitos da mulher sejam respeitados.
      Não estou criticando quem mora em favelas ou lugares relacionados, simplesmente estes lugares não oferecem a cultura de direitos que permitiriam sua filha ter segurança.

      • André Gustavo Paião Oliveira

        Errado. As mulheres tem a opção de não participar disso, participam porque querem. Inclusive, a menina em questão NEM MORA NO MORRO. Se 10% das meninas na mesma situação não vivem isso, que seja, significa que continua havendo escolha, por maior que seja a força contrária. A garota supostamente estuprada sobe no morro por causa de droga, vagabundo e baile funk mesmo, não porque não tem escolha. Em qualquer classe social você encontra pessoas expostas a várias realidades e gêneros musicais, e ninguém é obrigado a nada. Você não pode colocar na conta da sociedade uma fraqueza do indivíduo. Isso é pessoal. As pessoas cometem erros, o que tem que acabar é essa ideia de que ninguém é culpado pelo que cultiva.
        E não adianta feminista nenhuma dizer que a exposição atrapalha ela a dizer o que ocorreu, que a exposição é um problema e etc, pq a exposição já tinha ocorrido, a única coisa que mudaria seria sair destruída publicamente pela vida que levava ou, no lugar disso, sair como vítima. Já que você estava falando de ambiente, é fácil admitir que considerando as qualidades de moral, intelectualidade, desinformação, além da advogada criminosa que pegou o caso no começo, é muito mais fácil mentir e insistir na mentira, do que simplesmente ficar com fama de vagabunda na família e socialmente e querer justiça apenas pelo crime digital, de exposição não consentida.

        • leandro

          O ambiente social abrange não só localidade, mas tbm influências advindas da cultura, a capacidade de escolha de um cidadão varia de acordo com ambiente, eu não defendo a garota, penso que ela teve escolha, por saber que no morro a cultura de respeito a mulher está vinculada a cultura local, consequentemente acarretando com o desfecho do crime.
          Nem por isso eu sou um estuprador.
          A garota sabia o mata que lenhava, nem por isso podemos esquecer que estupro é crime.

    • ronaldo perez

      Não tem como generalizar todos estupros pela cultura machista, já que é muito simplismo afirmar que todo machista é necessariamente estuprador e descartar o fator mental, já que a maioria dos estupradores são contumaz. No caso do estupro coletivo pode se dizer que foi cultura machista? Na minha visão sim, só que essa “cultura” de funk proibidão de shortinho curto é uma Cultura machista, e há uma incoerência nas feministas defendendo tal cultura, as próprias letras pregam submissão e abuso contras as mulheres, desrespeito as leis fazendo apologia ao crime, ambiente que vitima fazia parte, eu sinceramente fico limitado em compreender as feministas defendendo tal “cultura”. E quanto a mulher na noite é muito simples, quando o rapaz chegar é só falar que namora sério e está ali apenas se divertindo e acompanhando as amigas, 90% dos homens sensatos a deixaram em paz na hora, o problema é que muitas vezes a mulher da abertura e não é direta. Se não for, muitos vão insistir e se tornar inconveniente, até porque é cultural da mulher se fazer de difícil então o homem não sabe quando o não é não realmente, como disse seja direta, que aí o não é não.

      • André Gustavo Paião Oliveira

        Exatamente. Além das mulheres não serem claras, muitas vezes, querem frequentar os piores ambientes possíveis sem querer enfrentar aquilo que certamente faz parte de tal ambiente. Por ex, eu não suporto festas de faculdade, gente pra caralho, gente fedendo, não dá pra ficar com uma desconhecida sem correr o risco de ser o 5º (sendo otimista – isso se ela só tiver >beijado< alguém tbm, nunca se sabe), música que em geral não gosto em volume que também reprovo (não quero conversar gritando), chão com vômito pra todo lado, drogas… Tem tantos problemas quanto a crítica ao machismo. Vou nesse antro e vou querer mudar tudo isso, pq eu ali devo ser respeitado? Claro que não, não sou retardado e vou num bar de rock sem encher o saco de ninguém.

        Esse povo mimadão não quer ser responsabilizado nem pelos lugares que frequenta, é rídiculo

    • Ludo Final

      Extrema forçada de barra o seu comentário. É lógica que quando uma garota não quer ficar com alguém e é agredida, a culpa é da pessoa que agride. A partir do momento que alguém sabe que um lugar é barra pesada e ela insiste em frequentar esse lugar, vai fazer o quê lá? Existem lugares pra se dançar sem apanhar onde moro. Aí não. E sim, ainda moro no Brasil.

  • Guilherme MS

    Gostei da forma como foi falado e acredito que a penas deveriam ser piores inclusive com castração química, pois somente posso imaginar a consequências físicas e psicológicas na mulher. Mas acho lamentável a forma como algumas generalizam esse caso com homens sendo todos potenciais estupradores, me pergunto se nunca conheceram um homem de verdade na vida, creio que sim mas costumam passar despercebidos pela maioria delas pois existem sim e muitos. E em tempos de insegurança para todos, infelizmente não temos tanta liberdade quanta queríamos ter então devemos nos prevenir e evitar situações em que nos envolvemos em casos desagradáveis, onde moro todo mundo ou a maioria evita sair depois das 22 hrs pois e muito perigoso. Emfim não acho que feminismo e nem machismo não ajudam ninguém somente causam comoção mas na pratica não dá resultado fora ódio desnecessário, a solução tem que começar do endurecimento de penas e da boa educação do pai e da mãe para com os filhos, e como diz na bíblia não devemos desviar do nosso caminho para fazer o mal e nem devemos faltar com respeito aos nossos pais para que os nosso dias se prologuem na terra. as mulheres infelizmente devem evitar de entrar em situações perigosas e usar do julgamento para sair delas, pois a lei ao meu ver parece favorecer demais o bandido e muito pouco a vitima, pelo que observo existem formas das próprias mulheres reduzirem o problema, mas eu falar isso parece ser machista e opressor, mas sim funciona muito bem ser uma pessoa reservada e se vestir de forma menos sensual e não frequentar lugares duvidosos, pois o que existem de homens mal intencionadas circulando pela rua nem é possível contar nos dedos. Espero que resolvam logo o caso da menina do Rio de Janeiro e gostei da matéria, principalmente do caso do jornal antigo, o cabra capado kkkkkkkk

    • Abdalmaus

      Deviam castrar eles por serem idiotas. E custurar a buceta dela pra ver se para de fazer bacanal em troca de droga.
      Só virou vitima pq video vazou.

  • André Gustavo Paião Oliveira

    Cara, parabéns pela coragem! Seu texto tem a clareza e a ligação dos pontos suficiente para resumir os problemas que passamos HOJE. Tem gente que fala de educação… Há décadas educação é pauta na política, recebe cada vez mais dinheiro público investido (perdido/desviado), e o que estamos conseguindo é, por exemplo, tirar matérias básicas do fundamental, além de não conseguir alfabetizar os alunos nem com os horários cheios de língua portuguesa!

    É uma pena que as pessoas não se toquem com a realidade de que o futuro é outra história e, em meio a essas distorções metodológicas e ignorância completa de dados, pesquisas (armamento, por exemplo), insistam em continuar com discurso fantasioso. Se houvesse alguma representatividade para tentar seguir as medidas aqui reunidas (coisa que os liberais e conservadores em geral concordam), as mudanças começariam JÁ. Menos de um ano. Mas lamentavelmente, o analfabetismo funcional gritante impede que os leitores entendam exatamente o que diz, já que, analfabetos funcionais que são, não conseguem ligar o texto à realidade e às suas bases. Esse assunto sério é mais abordado como questão de fé, como se importasse no mundo concreto o que cada um acredita que funciona, independentemente dos fatos.

    Quando vamos conversar sobre qualquer problema social, é interessante ter ao lado a força da academia, por exemplo: pesquisadores, filósofos, sociólogos, economistas, estatísticos, especialistas em segurança pública. Por que o feminismo não funciona? Porque ignora toda e qualquer informação externa ao movimento que ouse contradizer suas crenças. É o doente, que sabe que sofre, sabe que tem dores, sabe que é reincidente, mas contraria cegamente o diagnóstico médico e acredita ser capaz de escrever a própria receita. Essa última, certamente a melhor possível de ser feita, verdadeira, embasada!

    Claro que uma noção que converge com os ideais marxistas: não importa se alguém faz “A” melhor, mais rápido e mais barato, o operário deve ser remunerado pelo seu esforço. Assim, a mente feminista, que rouba para si o monopólio da defesa das mulheres, mesmo que isso seja uma grande mentira, acredita que as melhores medidas para corrigir seus dilemas sociais só poderia sair da cabeça delas mesmas.

    Coisa com fé comparável à mais cega das crenças religiosas!

  • Abdalmaus

    Incrível é defender uma idiota que resolveu fazer bacanal (que não foi a primeira vez) e teve videos vazados.
    Não defendo isso.

    E não é por que não defendo a idiota que signifca que defendo os “33” idiotas.

  • Paula Fernanda

    Amigo, se vc soubesse um pouquinho sobre o que está falando talvez não cometesse tantos equivocos. Vc criminaliza o movimento feminismo como apologia à barbárie que ocorreu, mas não tece uma linha sobre a mídia e como ela incentiva o machismo, além das diversas campanhas que naturalizam a mulher como objeto de prazer. Tá de parabéns por tecer uma matéria tão grande e parcial. Precisa evoluir estes argumentos se quiser culpar o movimento feminismo sobre o que as feministas mais combatem: a cultura do estupro. A sexualização defendida por mulheres PARA MULHERES, e não para crianças como vc mencionou, se trata exatamente da mulher ser a ÚNICA dona de SEU corpo, e isso por si só já conta como combate a qualquer forma de abuso e violação de um corpo.

  • roberto quintas

    eu estou tentando entender essa salada de pensamentos esparsos, cheios de falácias e sofismas. Não dá, não tem argumento, sustentação nem base para equiparar a situação da favela, do funk, da cultura que se forma na massa carente e a mesma criminalização da vítima escondido na “culpa” do feminismo. a culpa continua sendo na conjuntura de nossa sociedade, de nossa cultura e política, uma supremacia masculina.

  • Kildery Melo

    Muito bem, quero aqui falar sobre o tema em poucas palavras. Sou Pai de duas filhas pequenas e fico muito preucupado com o futuro delas. Infelizmente, verifico na sociedade atual um grau de banalização com determinadas situações que é realmente extarrecedor.

    Tenho 33 anos e vivenciei a minha adolescencia em uma epoca em que o grupo “É o Tchan” era o máximo de sensualidade que se ouvia no cenário musical. Hoje, mesmo sendo homem, fico bestificado com certas situações e coisas que ocorrem diariamente e que são tachadas como normais.

    Hoje as mulheres estão perdidas em uma falsa liberdade que está a cada dia acabando com a imagem da mulher na sociedade. A mulher tem tdo o direito de ser sensual, mas a sensualidade está sendo confundida com a vulgaridade. Sou professor e muitas vezes vejos minhas alunas constrangidas quando pergunto a elas se elas percebem que estão andando nas ruas nuas. Com as nadegas de fora. Vejam as roupas que as jovens vestem nas ruas e observem as vestimentas usadas nos filmes de sexo. Não há nenhuma diferença!

    Na minha forma de ver o mundo as mulheres se perderam em uma ideia de “falsa liberdade”, onde tudo pode, tudo é legal, tudo é permitido. E o pior isso está sendo cultivado na cabeça das crianças desde cedo. Em casa minha esposa e eu ensinamos uma coisa, na rua eles ensinas outra.

    Não me venha com essa que fezer sexo com qualquer um é normal! Eu sou HOMEM e não transava com qualquer uma! A mulher tem que se resguardar sim! Porque? Machismo? Não. Porque é ela quem vai engravidar, não eu. É ela que tem maiores chances de contrair doenças, não eu. É ela que corre o risco de ser estuprada, não eu. E por favor, não entendam que eu acho que o estupro é culpa da mulher. Homem que comente este tipo de crime deve ser punido severamente. E não só estupro, mas qualquer tipo de violencia. Na minha juventude, transei, beijei, namorei, mas tudo censensual. E ai que esta a graça da situação você conquistar a mulher.

    Desta forma só faço um pedido, mulheres se respeitem. Ser sensual não é o mesmo que ser vulgar. Ter liberdade sexual não é passaporte para promisquidade. Se respeitem e com certeza vocês serão respeitadas.

    Em uma de suas musicas Gabriel “O Pensador” disse:

    “Sua bunda é alucinante
    A rabeta arrebenta mas beleza não é tudo
    Além da forma tem que ter conteúdo
    Senão você se torna descartável
    Que nem uma boneca inflável
    Então encare a realidade com seu olho da frente
    E veja a vida de uma forma diferente
    Porque uma mulher decente pode ser muito mais atraente que uma bunda sorridente”

    Andressa Urach que o diga!

  • Romualdo Rodrigues da Silva

    O Grancismo,o qual faz parte so Socialismo Cultural,prega contra a família,a religião,os usos e costumes,tradições dan do poder ao Feminismo;vulgarizando muito a mulher ,quase a tornando masculina;tuso isso é mera consequência desses movimentos da Escola de Frankfurt