Saúde

A ONU e a eugenia: porque matar pessoas é melhor do que acabar com mosquitos

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Essas foram as palavras de Zeid Ra’ad Al Hussein, o principal comissário dos Direitos Humanos da ONU, nesta sexta-feira (5):

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“Estamos pedindo aos governos para mudar essas leis, porque como eles podem pedir a estas mulheres a não engravidar? Mas também não oferecer-lhes informação que está disponível e também a possibilidade de interromper a gravidez se assim desejarem”

Acontece que microcefalia não é anencefalia, e parecem estar confundindo os termos: anencéfalos são os fetos que não possuem cérebro, ou seja, tão logo saiam do ventre materno, morrem. Por outro lado, os microcéfalos são os bebês que possuem cabeça e cérebro menores em relação às crianças da mesma idade e sexo. Podem, portanto, com ajuda de terapias, ter uma qualidade de vida razoável.

Ocorre que a proposição do aborto nessas situações é tão absurda que, uma vez tolerada, abre precedentes para abortos em diversos casos de deficiência, o que inclui toda sorte de má formação e síndrome. Em vez de organizar forças-tarefa, mutirões ou campanhas de conscientização do surto, preferem exterminar aqueles que não têm qualquer responsabilidade nisso. Promover a eugenia deve ser mais fácil do que matar mosquitos, e o principal mote dos propagandistas do aborto hoje é a limpeza da sociedade; tirar de circulação essas imperfeições tornou-se fundamental. São os sintomas da ascensão de um arianismo 2.0. 

(Post originalmente escrito para O Reacionário. Texto adaptado)

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(Fonte da imagem: BBC Brasil)

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