EUA

As revelações mais explosivas do WikiLeaks sobre Hillary Clinton (até o momento)

Temos aqui um resumo de algumas das maiores bombas soltadas pelo WikiLeaks sobre os discursos e emails de Hillary Clinton e por que cada uma é tão importante.

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Via Breitbart

1 – Clinton sonha com um mundo com “Fronteiras e comércio abertos

Todo americano deveria entender que os Democratas e vários Republicanos estão lutando com tudo numa guerra contra as soberanias nacionais. Claro, os Democratas querem novos votos, e os “interesses” Republicanos querem mão-de-obra barata, embora também tenham um desejo mútuo com os Democratas de ampliar a distância entre a “Classe Política” e os eleitores. No futuro que os globalistas almejam, os gigantes da política e dos negócios estarão acima do mundo, não precisando se preocupar com o cumprimento de deveres chatos para com os pequenos e irritantes eleitores que têm uma nostalgia dos dias onde os políticos americanos serviam aos interesses da América. Globalismo significa que você nunca poderá votar contra o que quer que seja.

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2 – Hillary favoreceu elites financeiras para que apoiassem a agenda esquerdista para frear o populismo

Seus discursos e pronunciamentos incluem vários exemplos de coisas que de forma alguma são novas quando vindas dela, mas que são indicadores importantes do que virá caso ela consiga chegar à Casa Branca. Os Democratas constantemente servem aos seus eleitores um turbilhão de retórica anti-riqueza e anti-negócios, mas estão entusiasmados em utilizar as grandes empresas para promover o aumento do governo e do Estado. Alguns dos exemplos dentre os discursos vazados, como o que Hillary pede que aos grandes empresários que repilam o Tea Party e apoiem sua política de imigração (fronteiras abertas), são pontos de interesse comum com o establishment do Partido Republicano.

3 – A campanha de Clinton está em consonância com o “capital financeiro”

Ninguém que já esteja familiarizado com as revelações do WikiLeaks consegue segurar o riso quando Hillary Clinton fala de retirar o “big money” e o “dark money” da política. Ela já deveria ter sido retirada a risadas dos palanques por conta desses pronunciamentos há tempos, bem antes do WikiLeaks ter começado a divulgar os e-mails de sua campanha.

4 – Ela admitiu que tinha diferentes “posições públicas e privadas” quanto à reforma de Wall Street

Assim como o  ‘3’ ,isso também não deveria surpreender ninguém, contudo é sempre útil pegar no flagra um político admitindo que não é honesto em assuntos públicos – especialmente em algo de grande interesse para os esquerdistas que não a apoiaram nas primárias. Na mesma revelação, ela admitiu que está “distante” dos americanos comuns e que não vive de forma alguma uma vida de classe média, o que é um aliviante (porém não intencional) momento de franqueza vindos de uma candidata e de um partido que se julgam tão moralmente superiores. Por fim, ela disse que foi uma “simplificação excessiva” culpar os bancos pela crise financeira de 2008, o que de fato é verdade – e um grande eufemismo quanto à verdadeira culpa das esquerdas nisso -, embora não seja algo que os partidários mais radicais do partido queiram ouvir de seus líderes.

5 – A campanha de Hillary perguntou sobre o privilégio exclusivo da Casa Branca de esconder e-mails contra o Congresso

“Você pensa que deveríamos segurar os emails do e para o presidente dos EUA? Esse é a razão de ser de tal privilégio executivo. Nós poderíamos pedir a eles (à Casa Branca) que fizessem isso,” John Podesta – atual coordenador da campanha e antigo conselheiro da Casa Branca – escreveu para a conselheira de Hillary, Cheryl Mills, mesmo enquanto o Comitê de Benghazi da Casa Branca estava escrevendo uma intimação  sobre a longa e escondida correspondência de Hillary. É sem sombra de dúvidas chocante que a Equipe Clinton tenha pensado que Barack Obama poderia abusar do privilégio executivo que possui para esconder informações essenciais do Congresso (de onde eles tiraram essa idéia?).

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6 – A Campanha de Hillary procurou suporte político dos “needy Latinos” (Latinos prejudicados/carentes)

Esse é um exemplo perfeito de uma corrente de e-mails que causaria um escarcéu na imprensa caso fosse oriunda dos republicanos. Eles parecem ter falado com políticos “Latinos” que precisavam de ajuda ao invés de falar com a imensidão de eleitores Latinos. Entretanto, foram claramente ofensivos a vários desses políticos.

7 – Conluio com o Departamento de Estado para gerenciar o escândalo dos e-mails de Hillary

Pelos e-mails revelados pelo WikiLeaks ficou claro que sua equipe violou a lei, entretanto estavam confiantes(e tinham bons motivos para assim proceder) de que poderiam quebrar a lei por meios políticos… e com muita ajuda de seus bons amigos do Governo Obama. Outros emails ilustram a convicção da equipe de Clinton de que todos os escândalos Democratas seriam superados por meio de distrações e táticas protelatórias, contando com o fato de que 90% da mídia Democrata seria facilmente distraída e que ficaria quieta enquanto “stonewalls” eram construídos. Vocês verão ainda mais conluios e “stonewalling” em futuras administrações Democratas, que serão construídas em cima dos precedentes criados por Barack Obama e Hillary Clinton. A próxima administração republicana que tentar fazer o mesmo sofrerá uma dura lição quanto ao porquê de o controle de danos nos escândalos só funcionar quando a grande mídia e a burocracia estatal estão do lado do partido governante.

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8 – “Jornalistas” trabalhando secreta e entusiasmadamente como voluntários para Hillary e Kaine em 2016

Mais um caso de “nenhuma surpresa,mas ainda assim positivo de se ver no papel”. O povo americano precisa entender que não existe uma divisão real entre mídia e governo quando há um esquerdista/democrata na Casa Branca, em especial com o atual presidente. A imprensa amou Barack Obama e estava permitindo que ele fizesse o que bem entendesse, mesmo durante o enjoado estágio “50 tons de cinza” de seu relacionamento romântico. No entanto, a questão é que a imprensa é a campanha de Hillary Clinton. Eles são seus doadores, contribuidores da Fundação Clinton e com freqüência seus antigos (e provavelmente futuros) empregados. Se você não acha que a mídia poderia estar menos interessada em ter um presidente menos responsável que Obama, ficará surpreso se Hillary vencer.

9 – Infiltrando as “sementes da revolução” dentro da “Ditadura medieval” da Igreja Católica

Esquerdistas vêem cristãos quase que exatamente nos mesmos termos que eles obstinadamente se recusam a aplicar aos radicais islâmicos. Também são extremamente determinados em infiltrar-se em instituições que resistem ao progressismo, subvertendo-as desde dentro e destruindo-as caso se recusem a ser subvertidas. Vejam a última notícia sobre a National Football League para  visualizarem mais um exemplo.

10 – Dinheiro da Fundação Clinton causou pânico dentro da campanha

Eles sabem o quanto isso foi negativo e não perderam tempo bolando estratégias para com o intuito de se afastarem da situação. Não tiveram muitos problemas em convencer a imprensa a parar de atrapalhar Hillary com a imensidão de escândalos dentro da Fundação Clinton, né? Com os republicanos, a imprensa trabalhou pesado para plantar mentiras que parecessem desconfortáveis. Com os Democratas, “nem tanto”.

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11 – Mudança radical de posição quanto ao TPP (Trans-Pacific Partnership)

É impressionante que um único eleitor de Sanders tenha acreditado que Hillary estava sendo honesta quanto à oposição à aliança Trans-Pacífica, mas ficou evidente que a maioria deles ou acreditou ou não se importou tanto quanto alegavam se importar. Emails vazados revelaram como Clinton não estava “confortável” em atacar o acordo comercial que ela uma vez classificou de “gold standard“. Porém, ela sabia que precisava fingir que estava se opondo a ele para acalmar os sindicalistas e conquistar os simpatizantes de Bernie Sanders para si. A Staff da campanha de Cliton falou de sua “integridade” como se fosse um saco de fichas de poker, considerando razoável sacrificar uma pequena parte da integridade para manter a insurreição de Sanders sob controle.

12 – Controle de armas: “executive orders” e supressão de evidências contrárias

Os Democratas perderão a paciência com os votos de oposição à agenda de controle de armas e começarão a impô-la assim que não precisarem mais se preocupar em perder uma dura eleição num futuro próximo. Eles geralmente se preocupam com a potencial reação negativa de eleitores democratas que apoiam os direitos às armas em estados importantes, mas deixarão de se importar em breve, principalmente se Hillary se der bem em tais regiões. Uma Suprema Corte cheia de esquerdistas a fará ainda mais ousada em suas ações contra a Segunda Emenda. Ninguém deveria ficar surpreso com o fato de que os democratas gostam de escolher quais crimes o público deve focar com o intuito de vender sua agenda de controle de armas.

13 – Favores especiais aos “Amigos do Bill” no Haiti

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O uso do Haiti pelos Clinton como uma máquina de fazer dinheiro é asqueroso. A hipocrisia dos progressistas que tentam ignorar esse carnaval de corrupção a troco da pobreza de uma nação negra para colocar os Clinton de volta na Casa Branca é insuportável. A corrupção no Departamento de Estado ao ponto de se tornar uma subsidiária dos empreendimentos da família Clinton deveria ser inaceitável.

14 – O acordo nuclear com o Irã foi “o maior apaziguamento com uma nação inimiga desde que Chamberlain deu a Tchecoslováquia a Hitler”

A corrente de emails diz que o senador Republicano Mark Kirk, de Illinois, afirmou que o acordo nuclear de Obama “condenou a próxima geração a ter de resolver uma guerra nuclear no Golfo Pérsico,” e o chefe da campanha de Clinton, John Podesta respondeu, “sim.” Enquanto os democratas tentam encontrar um jeito de varrer isso para debaixo do tapete, o restante de nós pode refletir que Clinton, Podesta e os restantes de seus círculo íntimo provavelmente têm opiniões diferentes daquela de Obama e sua política externa de “adolescente rebelde” . Ele e sua pequena e estranha pequena gangue de jovens conselheiros pensaram que seria um ótima ideia fazer o contrário de tudo o que seus antecessores fizeram, tanto Republicanos quanto Democratas. O grupo de Hillary trabalhou em uma dessas administrações anteriores. Entretanto, a Sra. Clinton e todos os seus leais financiadores estavam dispostos a abafar as suas reclamações quanto à política externa de Obama em nome da unidade e lealdade ao partido…Mesmo quando tais objeções indicavam uma futura guerra nuclear.

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15 – Hillary queria concorrer contra Donald Trump em 2016

Os três candidatos republicanos que a campanha de Clinton pensava ter a maior chance de vencer eram Trump, Carson e Ted Cruz. “Nós precisamos elevar os candidatos que são “outsiders”, para que eles possam se tornar líderes do bando . E digam à imprensa para levá-los a sério,” dizia uma mensagem para o Comitê Nacional do Partido Democrata. Eles estavam bem confiantes em sua habilidade de dizer à imprensa quais candidatos republicanos ela deveria levar a sério.

16 – Clinton sabe que a Líbia foi um desastre

Sua percepção tardia sobre os sangrentos e mundialmente desestabilizadores efeitos adversos da deposição de Qaddafi, além da falta de capacidade do novo governo líbio em prover segurança aos americanos, foi “certeira”…Mas “que diferença isso faz”, principalmente para os americanos que morreram em Benghazi? É risível ouvir Hillary e seus apoiadores reclamarem sobre o grande “recomeço” dela. Além disso, seu grande “recomeço” é o mundo fora de sua janela, e o que ela diz para os seus grandes doadores é bem diferente do que ela diz para o público em geral.

17 – “Dinheiro de governos estrangeiros: todo o dinheiro está lá

A equipe de Clinton é muito mais tranquila em discutir grande cifras oriundas do outro lado do mundo entre eles amigos. O que eles não querem é que o público fique pensando sobre a quantidade de apoio que Hillary tem dos “interesses internacionais”(como a Arábia Saudita) ou ao quão danosos são esses interessas para a América. Além disso, estavam relutantes em revelar todos esses doadores à Administração Obama como haviam prometido. Porém, os emails vazados mostram que eles estavam bem conscientes sobre o quão importante era esse dinheiro vindo de fora. Esse e-mail em particular parecia falar sobre o fim do suporte financeiro para a Fundação Clinton caso Hillary e Bill se encontrassem novamente na Casa Branca no ano seguinte.

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18 – A auditoria da Fundação Clinton parece ter enganado/levado ao erro o IRS (Receita Federal Americana)

Um grande privilégio em ser um dos Clinton é que você pode registrar os seus impostos incorretamente, não sofrer nenhuma punição e, anos depois, registrar a papelada de novo. Uma auditoria da Fundação Clinton em 2011 solicitada por Chelsea Clinton descobriu que, apesar das promessas feitas ao IRS, a Fundação não escreveu nem obedeceu a necessária política de conflito de interesses… e, como que de “surpresa”, alguns conflitos de interesse de fato apareceram! Dois anos depois, após Hillary Clinton ter renunciado ao cargo de Secretária de Estado, as políticas de aceitação de doações ainda eram um trabalho em desenvolvimento.

Artigo publicado no portal Breitbart em 13/10 e traduzido por Vitor Montenegro.

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