Internacional

Conservadorismo, ciência e Trump de acordo com um primata falante – Parte 1

O Sr. Davi Simões, também chamado de Primata Falante, resolveu dar palpites sobre conservadorismo, ciência e Donald Trump. Seus pitacos têm o mesmo peso dos de um mico-leão-dourado.

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No dia 25 de janeiro saiu um artigo de um tal de “Primata Falante”, um ateuzinho que diz falar em nome da “ciência”(o que quer que seja isso)[1], contra o “conservadorismo” e Donald Trump, dizendo que ele é “anti-científico”(o que quer que isso signifique).  O Dr Pirrôla, vlogueiro youtubístico que diz sempre estar “no lado da ciência” – em uma suposta oposição à esquerda e direita[2], apenas transformando a tradicional oposição em uma nova, a entre “científicos” e “anti-científicos”-, afirmou que o texto é “excelente”.

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O autor, chamado Davi Simões, diz no título – e tenta provar ao longo de seu texto – que “o Conservadorismo” não é uma “solução” para o Brasil (o conservadorismo jamais se propôs como “solução” para a sociedade. Esse é, na verdade, o seu principal diferencial) e que é “anti-científico”[3].

Retirado do Facebook do Canal do Pirulla
(Fonte da imagem: Divulgação/Facebook)

Não coloquei o termo “o Conservadorismo” entre aspas à toa. Embora o sr. Simões use a palavra “Conservadorismo”, podemos vê-lo – e desenvolverei ao longo da refutação ponto a ponto que farei- repetindo a sina da grande imprensa e do establishment universitário, que nada sabe e nada leu sobre Conservadorismo. Se tivesse lido e se soubesse algo a respeito, não teria escrito o texto que escreveu.

Farei uma análise ponto-a-ponto do texto do Sr. Simões, que será dividida em duas partes. O texto dele inteirinho é uma confusão mental dos diabos, onde ele confunde coisas inteiramente distintas como sendo a mesma. Além disso, ele não esclarece se a tal “ciência” ou “anti-científico” se trata apenas das ciências naturais ou se também da ciência histórica e das ciências humanas, como a economia e a sociologia – que são muito distintas das ciências naturais.

“Mais uma das já inacreditavelmente inúmeras(sic) medidas de Trump contra a comunidade científica e que vão contra todo o conhecimento científico acumulado (considerando há quantos dias ele foi empossado).

Espero que todos estejam anotando para as nossas próximas eleições a lição simples: o conservadorismo é anti-científico.”

O nosso cientista já começa o seu texto sendo “anti-científico” e dando um show de analfabetismo funcional. Ele diz que a medida de Trump vai contra a comunidade científica e contra todo o conhecimento científico acumulado. Ao dizer que tal medida vai contra “a comunidade científica”, o sr. Simões faz uma confusão linguística dos diabos em sua cabeça, que tentarei aqui organizar. Ele acredita que a grande imprensa, os lobistas do ambientalismo[4] ligados a grupos internacionais e cientistas pagos ad hoc para “provar” o “aquecimento global antropogênico”[5](AGW) são a comunidade científica, como se os céticos – que é como são, ironicamente, chamados[6] –  não fizessem parte da comunidade científica.

Em poucas palavras, o que o sr. Simões faz é o seguinte: só é comunidade científica se concorda comigo. Após isso, ele repete o erro, ao afirmar que a medida vai “contra todo o conhecimento científico acumulado” pois, pelo visto, só é conhecimento científico acumulado se concorda comigo. A frase possui um gravíssimo erro epistemológico, que eu duvido muito que o sr. Simões tenha usado como força de expressão, dadas as suas inúmeras demonstrações de analfabetismo funcional ao longo do texto. Conhecimento científico acumulado por quem? “A comunidade científica?”, se for esse o caso, pior ainda, pois ele a estaria tratando como um bloco homogêneo em pleno consenso (algo totalmente anti-científico). O que ele talvez tenha querido dizer é quanto aos dados e registros de pesquisas científicas. Só quem acumula conhecimento é a mente humana, que é individual.

É uma ilusão acreditar que a sociedade (mais uma abstração) acumula conhecimento necessariamente com o passar do tempo. Assim como certas coisas são passadas de geração em geração, outras são esquecidas. Se o Sr. Simões tivesse um mínimo de cultura histórica e filosófica, saberia disso. Entretanto, como ele não tem, faz esse papelão aí.

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(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

Ele alega que “o conservadorismo” é anti-científico. Eu não sei exatamente o que essa frase quer dizer, e ele também não sabe, pois conservadorismo foi aí usado como palavra-gatilho, assim como a palavra anti-científico, procedimento esse que se repetirá inúmeras vezes ao longo do texto. Veremos à frente como o Sr. Simões não tem a menor idéia do que seja o conservadorismo, passando o recibo da narrativa porca propagandeada pela grande imprensa e pela esquerda(da qual a imprensa brasileira inteira faz parte).

“Não é direita, não é esquerda: antes de continuar lendo este texto, SAIAM dessa dicotomia que os publicitários eleitorais conseguiram inflamar na população brasileira. Parem de limitar o diálogo político à mera distribuição de rótulos. Se eu falo que 1+1=2, me colocar à esquerda ou direita não toca minha afirmação e nem torna minhas premissas e conclusões incorretas; apenas mostra que você é incapaz de fechar um pouco seu manual ideológico e ouvir novas ideias de forma independente.”

O sujeitinho começa o texto já com vários erros históricos elementares, típicos do isentão[7] de esquerda. Irei por partes: primeiro ele diz que a dicotomia esquerda e direita foi inflamada na população brasileira por “publicitários eleitorais”. Resta saber o que diabos são “publicitários eleitorais”, pois a palavra “direita”, até 3-4 anos atrás – e ainda hoje na imprensa -, era utilizada como xingamento, carregando em si um peso negativo por si só. Em 2014, Aécio disse, num momento célebre, que “não adianta me empurrarem para a direita que eu não vou”.

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O PSDB, assim como FHC, Serra, a revista VEJA, Alckmin e Aécio,é de esquerda/centro-esquerda. Os publicitários brasileiros sempre fugiram de tal “dicotomia”, na verdade tentando sempre se refugiar numa retórica progressista, falando sobre “justiça social”, “distribuição de renda”, etc. Sobre a rotulagem, ninguém está rotulando mais do que ele. A diferença é que o rótulo dele é “anti-científico”.

Em seguida, ele usa uma ampliação indevida de maneira flagrante quando fala sobre o caso do 1+1=2, como se a ciência matemática fosse como as ciências naturais ou as ciências humanas. O que o sr. Simões tenta fazer parecer é que ele, ao contrário das pessoas “ideológicas”, ele está ao lado da ciência, da lógica e da verdade. O que ele tenta fazer é nada mais nada menos que um shibboleth. Ele está no grupo dos bons, dos “científicos”, contra o grupo dos maus, os conservadores “anti-científicos”.

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Ao equiparar o 1+1=2 com as ciências naturais e sociais, ele cai num erro epistemológico, pois a matemática, as ciências naturais e as ciências sociais não são espécies do mesmo gênero, e o grau de certeza possível de ser obtido em cada uma delas não é do mesmo tipo e nem o mesmo. Ele também parece não saber que existe uma ideologia cientificista, assunto que possui farta bibliografia de referência, traduzida inclusive para o português. Entretanto, como eu disse, ciência para este sujeito é slogan, é palavra de efeito.

“O conservadorismo possui problemas em sua raiz em relação ao conhecimento científico, à igualdade de gênero, às causas sociais, à separação entre Igreja e Estado e outras, e é por isso que falo abertamente de seus problemas e jamais penso duas vezes para criticá-lo ou fazer piadinha com ele. Meu problema não é com mero o rótulo “conservador”, como se fosse um inimigo invisível. Meu problema com o conservadorismo é com as políticas intrinsecamente antiquadas(sic) que essa linha ideológica traz e trouxe ao longo da história mundial – e no Brasil vemos frequentemente os problemas e absurdos trazidos pela bancada conservadora (e evangélica, que são praticamente sinônimos).

No Brasil criou-se a cultura teimosa e irritante de associar conservadorismo a qualquer visão política à direita e rotular qualquer mentalidade de preocupação social ou científica com a extrema esquerda (talvez não apenas no Brasil, mas vou me limitar a afirmar o que conheço).”

O Sr. Simões, para não variar, começa já chutando o pau da barraca em seu analfabetismo funcional e sua incultura monstruosa quanto ao conservadorismo, além de seu caráter esquerdista e anti-científico. Se eu pedisse para o Sr. Simões falar o nome de 10 autores que foram importantíssimos para o conservadorismo, duvido que ele passasse de 5[8]. Digo isso porque ele começa cometendo um erro elementar, que é o de se referir ao conservadorismo como uma “linha ideológica”, como se ele fosse uma “ideologia”. Se ele tivesse lido o básico[9] publicado aqui mesmo no Brasil sobre conservadorismo ele poderia ter evitado de cometer esse erro crasso.

Depois disso ele fala sobre “igualdade de gênero” e os problemas do conservadorismo com o conhecimento científico. Quanto ao gênero, ele provavelmente não sabe que as diferenças começam na biologia, sendo a diferença essencial lá localizada: XX vs XY – isso supondo que ele esteja falando de gênero no sentido de sexo biológico, e não do gênero das ciências sociais, utilizado pela ONU em seus documentos, etc. Se o caso for o gênero da Sr. Judith Butler, então não deveríamos estar falando de ciência aqui, já que para os teóricos do gênero a biologia é “desnecessária para falar desses assuntos”, sendo um fruto da “heteronormatividade”.

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No que tange ao conhecimento científico – além do já dito sobre o gender­ – quem de fato ignora a ciência em praticamente tudo, principalmente nas ciências sociais e naturais, são as esquerdas, que insistem em aplicar medidas que já se mostraram um fracasso total em todas as áreas, indo contra “todo o conhecimento acumulado” – que é o princípio da tradição e pedra angular do conservadorismo, mas ele nem provavelmente nem sabe disso.

Para dar um exemplo, o planejamento centralizado e controlado só funcionou em uma área até hoje: na criação de um Estado policial que persegue todos os seus opositores – sob, inclusive, a justificativa de serem “anti-científicos”. Sobre a “separação entre Igreja e Estado” e “as causas sociais”, no primeiro caso o autor revela sua total ignorância quanto ao que seja o conservadorismo e o seu status quaestionis e no segundo ele usa mais um shibboleth. O que diabos ele quer dizer com “causas sociais” é um mistério. Espero que ele não esteja se referindo ao Estado de Bem-Estar social.

O uso do termo “antiquado“(sinônimo de retrógrado) também é muito curioso. Ele a utiliza como se alguma coisa, só por ser antiga ou ter caído em desuso, fosse, por conta disso, inferior. É a boa e velha ilusão dos progressistas de que a história necessariamente sempre anda para frente, como se tudo o que existisse hoje fosse necessariamente melhor e superior ao que existiu ontem – o que inclui o “conhecimento”, como se este “também andasse para frente sempre”. Mas mais curioso do que isso é que a frase utilizado pelo autor, como um todo, é uma redundância, pois percebe: o problema dele com o conservadorismo é que ele é…Conservador. Lembrando, sempre, que ele não sabe o que é conservadorismo.

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A questão central aqui é, volto a dizer, que o Sr. Davi Simões bate 100% das vezes em um espantalho, numa quimera do conservadorismo, que é “coincidentemente” a mesma que a esquerda e a imprensa batem. Seu discurso quanto ao conservadorismo é similaríssimo ao d’O Globo, da Folha, do Estadão, e do restante da imprensa. Em matéria de “críticas ao conservadorismo” e a Trump, é perfeitamente seguro afirmar que o Primata Falante na verdade está mais para um boneco de ventríloquo ou um papagaio da grande imprensa e do establishment esquerdista.

Na sequência, ele comete o mesmo erro de novo, chamando a bancada evangélica do Congresso de “bancada conservadora”. Nos comentários ele associa automaticamente o conservadorismo como sendo algo “de extrema-direita”. Diante do uso da mesma palavra para coisas tão distintas – aparentemente, Silas Malafaia, Donald Trump, Marco Feliciano, Jair Bolsonaro, Vladimir Putin, Ron Paul, Ted Cruz e Olavo de Carvalho, para este sujeito, estão “todos no mesmo saco” – resta saber se ele de fato não usa a palavra como rótulo para tudo aquilo que ele odeia – que é o que tudo indica.

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O “conservadorismo” brasileiro, principalmente aquele da “Nova Direita” – isso para não falar dos conservadores americanos, que são muito distintos da tal “bancada conservadora” -, para qualquer um que acompanhe minimamente o meio, surgiu principalmente contra a classe política inteira (o que inclui os tucanos), incluindo boa parte da bancada evangélica, que hora ou outra tenta se aproveitar da “onda conservadora” – e que foi aliada do petismo até pouquíssimo tempo atrás.

Seu texto fala, ao mesmo tempo, de Trump, seus apoiadores, e a bancada evangélica, dois grupos que – volto a afirmar, para reforçar-, para qualquer um que esteja bem informado (o sujeitinho usa como fonte para falar de Trump o jornal #FakeNews WashingtonPost) quanto a ambos, sabe que são bem distintos, e que a nossa “bancada conservadora” não é homogênea de forma alguma e muito pouco conservadora.

Na segunda parte ele diz que se associa qualquer “preocupação social[10] ou científica” com a “extrema esquerda”. Seria excelente saber o que de científico há na ideologia de gênero, no abortismo, no Estado de Bem-Estar Social, no George Soros, no PSOL, no globalismo, na liberação geral das drogas, etc. Ele continua a seguir a estratégia do: “ciência” é aquilo que eu gosto e concordo, “anti-científico” é o que eu odeio. A “ciência” não é e nem pode ser o princípio embasador e nem orientador de uma sociedade, pela simples razão de não ter o ferramental adequado para isso. O livro já citado em uma das notas, “Ciência e Mito”, do prof. Smith, esclarece essa questão de forma definitiva.

“A partir daí, em qualquer discussão política ou social, a primeira coisa que o interlocutor faz é definir que rótulo colocar no outro, para dar um abraço se for o mesmo que o seu ou para vomitar suas verdades prontas se for “o inimigo”. Não há a tentativa de olhar para os problemas apontados, compreender a realidade e discutir soluções; apenas o reforço e conformidade constante e repetitivo das verdades ideológicas prontas que já se carrega, que sequer considera qual o ponto trazido à discussão. É como começar uma queda de braço com uma pessoa que levantou a mão próxima de nós, ignorando que ela estava na verdade apontando pra um trem vindo em nossa direção.

Essa tem sido uma grande vitória do conservadorismo no Brasil: apagar a ideia de que existe um amplo e complexo espectro político para além de extrema esquerda e extrema direita, e convencer as pessoas de que toda a direita e o conservadorismo são uma coisa só; que Bolsonaro, Feliciano e seus colegas são políticos “liberais”, que a forma de combater o grande vilão – A Esquerda – é votar em candidatos conservadores. Quer um exemplo? A imagem abaixo é um print do site dele.”

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Novamente o autor cede à sanha esquerdista de colocar “social” em tudo, e novamente ele fala sobre “rotular” os outros, sendo que ele mesmo rotula de “conservador” e “anti-científico” tudo aquilo que odeia ou não concorda. Ele usa mais um flatus vocis ao usar a expressão “verdades prontas”. Que diabos são “verdades prontas”? São slogans demais para palavras com substância de menos.  Em seguida ele fala em “olhar para os problemas apontados, compreender a realidade e discutir soluções”.

Ora meu Deus do céu, esse sujeitinho acompanhou as eleições americanas somente pela imprensa brasileira ou pela imprensa americana, que fez campanha aberta e comprovada – como é possível ver pelos e-mails divulgados pelo Wikileaks– por Hillary Clinton? Quem não olhava para os problemas apontados e não queria discutir soluções, acusando os seus desafetos de “fascistas,racistas,machistas, intolerantes, xenófobos, etc.” eram justamente os partidários de Hillary, juntamente com a grande imprensa americana – e a brasileira, que apenas a copia.

“Basta ver que o último congresso eleito foi o mais conservador desde 1964, e agora Bolsonaro é um candidato muito provável à presidência em 2018. Há alguns anos, um candidato que apresentasse qualquer insinuação racista ou violenta, em qualquer situação ou contexto, ficaria comprometido politicamente; hoje ele é aplaudido e a própria população se encarrega de defender dizendo que foi mal compreendido, que está fora de contexto, que a mídia está tentando sabotá-lo e quaisquer outras desculpas que você já deve ter visto por aí, seja com Trump, Bolsonaro ou outros semelhantes. Tudo porque ele é um “inimigo da esquerda”.

Mais um caso de analfabetismo funcional e incultura. Esse sujeito jamais devia ter passado da quarta série. Ele usa, como prova de tudo o que disse, que o último Congresso eleito foi “o mais conservador desde 1964”. Entretanto, se ele soubesse um mínimo de português, saberia que “mais” depende do referencial. O PT é mais conservador que o PSOL, por exemplo. Além disso, ele usa como “fonte” o Estadão, apelidado – corretamente, vale ressaltar- pela Caneta Desesquerdizadora de Esquerdão, pelo viés extremamente esquerdista do jornal. Para a imprensa brasileira, qualquer coisa à direita do PSOL já é categorizada como não “de esquerda, e se for à direita do PSDB, é extrema-direita. O que vemos aqui é apenas mais um caso de um sujeito que se orienta pela grande imprensa.

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Na segunda parte, veremos que, embora gato tente se esconder atrás da cortina, ele sempre acaba deixando o rabo do lado de fora. É na segunda parte que o Sr. Davi Simões se entrega por completo, como aconteceu com o Sr. Damaceno Assis.

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[1] Sobre ciência, ficam aqui algumas recomendações bibliográficas:
Física e Realidade. Reflexões Metafísicas Sobre a Ciência Natural, de Carlos A. Casanova

“O Enigma Quântico”, de Wolfgang Smith

“Ciência e Mito”, de Wolfgang Smith

“A Luz, o Tempo e o Movimento”, de Roberto Grosseteste

[2] Curiosa observação: o Pirulla é uma espécie de “xodó” das esquerdas e da grande imprensa. Possui excelentes relações com notórios simpatizantes do PSOL e do restante da esquerda radical, como Cauê Moura, PC Siqueira, Dráuzio Varella (vejam a seção de apêndices para mais informações)e outros. Além disso, é grande amigo do pessoal do “Hangout da Groselha”, como o Maestro Bogs, Frank Jaava, Yuri Grecco e outros e é membro da “tropa dos lanternas verdes” – grupelho de neo-ateus radicais. O Pirulla é uma espécie de “face moderada” – que nada tem de moderada quando se pára para analisar seriamente- do ateísmo militante, usando seus amigos mais virulentos como bucha de canhão – muito possivelmente de maneira premeditada e com o consenso de todas as partes.

[3] O fato de boa parte dos maiores cientistas da história serem conservadores cristãos/católicos parece sequer ter passado pela cabeça dele. O mais provável é que ele nem saiba disso. Leu demais os delírios de Richard Dawkins.

[4] Para saber um pouco mais sobre o “ambientalismo”, vejam os livros
“Os Melancias”, de James Dellingpole; “O império ecológico”, de Pascal Bernardin, “Psicose Ambientalista”, de D. Bertrand de Orleans e Bragança e “Filosofia Verde”, de Roger Scruton.

[5] Óbvio que há também os idiotas/inocentes úteis, inclusive dentro do próprio “meio científico”.

[6] É engraçado como o ceticismo simplesmente some quando se trata de ambientalismo.

[7] Sobre o “isentão” e o tal do “isentismo”, fica a seguinte compilação de artigos:

A era dos extremos e a era dos isentos

Esquerda, direita e o diabo de Baudelaire

O isentismo nada isento de Eliane Brum. Vale aqui ressaltar aqui o Pirulla tem Eliane Brum como exemplo de isentismo.

O isentão é moralmente tão ruim quanto o governista. Ou pior

Esqueça os petistas e os tucanos. A maior vergonha de nosso tempo tem outro nome: é o isentão

[8] Seria ótimo se ele identificasse os problemas “anti-científicos” de Edmund Burke, Russel Kirk, Eric Voegelin, Thomas Sowell, Roger Kimball e da Escolástica.

[9] Aqui vão alguns deles: “A política da Prudência”, de Russel Kirk; “O elogio do conservadorismo”, de João Camilo de Oliveira Torres; os 2 livros de Roger Scruton sobre o conservadorismo, além de vários outros livros de diversos autores de nossa história. O sr. Simões, em matéria de conservadorismo, imita o caso relatado no artigo Tudo o que você queria saber sobre a direita – e vai continuar não sabendo.

[10] A palavra “social” é um dos maiores slogans da modernidade. Basta acrescentá-la a qualquer coisa que seja que essa coisa parece que automaticamente fica parecendo boa, sacrossanta, intocável e impossível de ser criticada.

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